Dobrou o faturamento e aumentou o preço mais de uma vez
Thea Arquitetura, Paola e Amanda, Santa Catarina
Ler a transcrição completa →Bruna e Priscila
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De projetos de R$ 4 mil para o triplo do valor
Os projetos saíam por R$ 4 mil, um valor que não sustentava o escritório. Com o posicionamento e a proposta ajustados, o valor foi para o triplo. Bateram a meta no segundo mês e, no seguinte, dobraram o resultado.
Quero meu Plano de CrescimentoAproveitando aqui, gente, elas chegaram aqui inclusive assistindo um estudo de casa e hoje elas são estudo de caso. Ah, tô feliz. Olha que legal, né? Olha que inspirador. Então, vocês assistiram estudo de casa e hoje eu chamei vocês para serem estudo de caso. Bruna e Priscila da Linhar Arquitetura. Sejam muito bem-vindas. A ideia que — Olá, tudo bem? Obrigada. é contar um pouco da história de vocês que são aí da Baixada, né, Santissa, até eh conterrânea de Naiara também, por isso até que assistiram o estudo de casa dela, mas que vocês entraram aqui no programa de aceleração, daqui a pouco vocês vão contar um pouco sobre isso, a ideia desse nosso bate-papo é que vocês contem justamente não só a história de vocês, mas também a nossa jornada aqui dentro. E qual que é o principal ponto que a gente precisa trazer de highlight para quem tá começou aqui para assistir tudo? Elas saíram de projetos de quanto, gente? 4.000 o triplo. Acho que o triplo, né? — Agora tá o triplo. — Exatamente. — A gente é, teve um que a gente cobrou mais que o triplo. — É isso. E ainda falaram hoje, poderíamos estar cobrando mais. Acho que a gente viu de fato que tem que rever precificação porque não tá na risca do que a gente deveria estar cobrando. E é isso que a gente vai fazer inclusive já deixando spoiler dos próximos passos. Elas já sabem disso, mas já tô deixando isso no ar. Gente, contem um pouco sobre vocês. Quem é a Priscila, quem é a Bruna, quem é Oliar Arquitetura. Traz essa visão bem breve ali do do um pouco da história, né? Quanto tempo que vocês estão no mercado? O que que motivou vocês a buscarem o programa de aceleração? Tem muita gente que fala mentoria, mas é o programa de aceleração. Tragam essa visão geral pra galera conhecer vocês um pouco também. — Quer falar, pip? Pode — o dela travou. — Isso, travou, tá? Eh, nós somos arquitetas, né? A gente se formou em 2018. A gente era dupla de faculdade desde o primeiro ano, então a gente já trabalha junta mesmo antes de trabalhar juntas, né? Eh, a gente iniciou, não, tudo bem, a gente iniciou — com um pouco de medo, na verdade, de pegar projeto e pegar obra. Então, a gente só trabalhava prestando serviço para outros arquitetos, até que a gente resolveu meter as caras e começar realmente pegar projeto, pegar obra. — Uhum. — E aí de início a gente tinha aquele medo, né? Tá, se a gente cobrar muito caro, a gente não vai fechar, então a gente precisa de dinheiro. Aí a gente abaixava o preço pra gente conseguir fechar pro cliente. Aí depois a gente sempre se arrependia porque o tempo passava a gente via que a, na verdade, a gente estava pagando para trabalhar e que não adiantava nada a gente cobrar mais barato. Mas aí a gente entrava nesse ciclo porque a gente aí a gente pensava isso, aí não tinha cliente, aí tinha que abaixar o preço para fechar e ficava nessa, — continuando pegando frila pr — aí foi até o que vocês falaram, né? Pega frila, fica sem tempo, pega, não se paga. Aí ficava no eterno loop, não foi? Exatamente. Aí a nossa meta inicial era parar de pegar frila, mas para parar de pregar fila precisava pegar mais projeto. Então é complicado no começo. — E aí vocês decidiram que a linhar de fato ia crescer e entraram aqui no programa. Então assim, que que quando vocês estavam procurando alguma ajuda, o que que vocês estavam buscando especificamente? O que que foram os pontos que talvez chamaram a atenção e depois confirmaram, foram confirmados para vocês? Do que vocês de fato estavam buscando ou sentiam que estavam precisando até viu que assim, nossa, eu nem sabia que eu precisava e isso aqui aconteceu. Tragam essa visão geral nesse processo de escolha, como é que foi? — Quer falar para mim? Pode falar, — pode falar. Eh, eu acho que o a gente tava procurando inicialmente algo que fosse mais personalizado. Eh, a gente vê por aí na maioria das mentorias é uma coisa muito generalizada com muita gente, não tinha algo focado eh exclusivamente pro nosso escritório. A gente queria saber aonde que a gente estava errando. A gente sabia que a gente tava errando em alguma coisa, obviamente também era no preço, mas em outras coisas em relação à gestão e tanto do escritório quanto comercial. a gente arquiteta, não sabíamos fazer essa parte comercial, então a gente precisava de auxílio em relação a isso. Então, fazer uma mentoria eh generalizada não ia ajudar a gente. A gente precisava de alguém para realmente pegando na nossa mão, falar: "Não, vem cá, me ajuda aqui, faz, faz tal coisa, tem que montar tal coisa". Porque aí deu um direcionamento pra gente que a gente tava vagando, né? A gente tava meio perdida assim no que que a gente poderia fazer para poder melhorar. A, na nossa cabeça a gente já tinha feito várias coisas e nada tinha dado certo, mas na verdade a gente tava meio perdido, então a gente precisava de alguém que focasse na gente. E é isso que o seu programa traz, trouxe pra gente, assim, eh, você olhou pra Bruna e pra Priscila e pro Alinhar Arquitetura, assim como um todo, como sócias para poder tirar a gente da onde a gente tava ali parada. — É, em DJ, né? Como é que é, Bruna? DJ. — É, tem o A J e o DJ, né? antes de Jéssica e depois de Jéssica. [risadas] Realmente, — gente. E elas elas fechavam os projetos, elas me mandavam cada áudio de engraçado, era figurinha, falava assim: "Sócia, fechamos." Porque quando elas começaram aqui, eu falei: "Vocês agora têm uma sócia". Então fiquem tranquila com relação a isso. Me mandem o que vocês tiverem de dúvida, contem comigo, porque eu quero realmente que vocês tenham resultado tão quanto vocês. E ele veio, né? E aí vocês estavam falando que que vocês sentiram que precisou também da parte de vocês para verem esse resultado. Em quanto tempo esse resultado apareceu? O que que vocês sentiram que foi tangível de resultado no programa? — Então, logo de início, né, eh a gente teve a reunião que você chama de reunião de alinhamento de expectativa, né, ali junto com a gente ia começar o programa. E aí eu lembro de você falar pra gente que você não promete resultados, porque o programa depende muito da gente, da gente executar as coisas. você gosta de trabalhar com checklist. Então, na nossa primeira reunião ali, você já deixou meio que uma lição de casa, um checklist de coisas que a gente precisava ajustar pra gente começar a ter resultado. E o resultado que a gente teve, não necessariamente de fechar, tá? de mudança. Eh, foi imediato. A gente fez ali as mudanças que você tinha pedido e já foi de imediato o resultado no sentido de vir mais gente, da gente ter reuniões de de apresentação de proposta, coisas que nem isso a gente estava tendo antes. Então, quando a gente começou a colocar em prática as coisas que você pedia pra gente alterar, pra gente fazer e ajustar, isso já começou a mudar. Então a gente foi meio que caminhando também junto com o programa, porque de início a gente tinha alguns problemas de que não chegava gente. Aí foi chegando, aí a gente descobria que a gente tinha problema eh na apresentação da proposta, aí você vinha e ajudava a gente a ajustar. Então a gente foi meio que descobrindo aos poucos os problemas que a gente tinha e você foi a mostrando o caminho de como solucionar também aos poucos, — né? vai chegar o fechamento do contrato. — É. E aí, qual que foi o ponto, né, com com vocês em específico que a gente falou, a gente não consegue, principalmente porque o programa no momento que talvez vocês que vocês estão participando tem um formato definido, a gente não vai conseguir resolver a fome da África, né, nesse tempo. — O que a gente sentou no primeiro momento foi, tá, qual que é a nossa prioridade agora? Dinheiro, né? Então, quais são as formas trabalhando dentro do padrão que é o que vocês queriam trabalhar, né? Quais são as formas da gente aumentar o faturamento hoje? Trazer dinheiro para dentro hoje? A gente viu precificação, ponto check. Ah, a gente tem que trazer gente para fechar gente, cheque. Na hora que a gente viu que o dinheiro entrou, que as coisas começaram a caminhar nesse sentido, aí foram abrindo outras caixinhas que a gente começou a trabalhar. Mas primeiro de tudo, o que que eu vi com vocês foi a necessidade desse direcionamento muito pontual, tipo, vamos, ó, aonde vocês t que botar energia, não vamos pulverizar. Porque tem muita gente chega aqui muito com a cabeça aberta. Eu gosto de trazer clareza. Então assim, pera, — OK, a gente pode ir trazendo outras coisas também dentro do programa porque ele é personalizável, mas ao meu ver, como especialista, como quem tá de fora, a gente precisa fazer isso aqui e agora e a energia vai ter que ser aqui. — Tão comprometidas? Vocês estavam, então vocês fizeram a parte de vocês. Até esse que é um ponto interessante, né? Ai Jéssica, eu tava sem cliente, como é que faz para fechar? Se comprometer até com isso, né? Sim. — de fechar, de ter questão de investir no também, — de investir no anúncio também, porque é um ponto, né, tipo, nossa, se eu tô sem ninguém, como é que eu boto dinheiro no anúncio, boto dinheiro para alguém me ajudar? — Fica, a gente fica com medo, né? Tipo, até o tava me contando, gera um medinho ali, que que eu faço com isso? Mas se eu tô de uma forma que se eu desse jeito não tá vindo o resultado, eu tenho que fazer alguma coisa diferente. — Uhum. Sim. Que que você, né? Tipo, que que vocês viam sobre isso? que foi até o ponto que a gente começou a gerar e bateu, a gente bateu a meta no segundo mês, né? Eu falei que o primeiro mêsou a organizou a casa, — no segundo mês a gente bateu, na hora que a gente bateu, a gente já a dobrou a meta e manteve pro mês que vem e conseguiu dentro do período bater a meta em dois meses seguidos com os clientes. E aí uma contextualização que é legal, né? Clientes leads free, que a gente chama, que é cliente vindo do Instagram, conseguiu um público bem mais qualificado do que vocês estavam fazendo, que vocês qual que era o escopo do cliente dela, apartamento de três quartos já maior, não era? Então, não era isso que vocês atendiam. Aí, então a gente chegou para esse público cobrando três vezes mais caro e ainda já vai agora já vai aumentar de novo. — Exatamente. No próximo, na nossa próxima reunião já é um valor a mais já. — É, já vai aumentar o preço. Então assim, como que foi esse processo, sabe, gente, de que que vocês sentiram que mudou a chavinha, sabe para fazer esse essa execução? O que que motivou vocês a isso, sabe? Tipo, tá, pera aí, se eu continuar do jeito que tá, não sei o que que vai acontecer. Eu acho que particularmente algo que me incomodava era que os clientes vinham por indicação e era algo que os clientes que vinham a gente não tinha controle sobre o que vinha, vinha o que dava e a gente tinha que aceitar, — independente de de do tipo de cliente. E eu e eu sinto agora que vindo do Instagram são clientes onde a gente tem o poder da escolha do cliente que vem. Então, a gente ajustou o nosso Instagram da com a com as suas orientações para atender o tipo de cliente que a gente quer, porque a gente tem o nosso o nosso escritório, a nossa assinatura de projeto e são as coisas que a gente quer colocar nos nossos projetos. A gente não tava conseguindo colocar porque não era o cliente que chegava e a gente tinha a oportunidade de colocar. Então eu acho que isso dá até um pouco mais de de autonomia pra gente sobre o nosso próprio escritório, sabe? de escolher aquilo que a gente quer atender, não dizendo não para para alguém, eh, mas fazendo as pessoas certas chegarem até a gente. — Boa. — É, e até mesmo quando pessoas que não que a gente não considera certas, né, chegando na gente, a gente também saber direcionar essa pessoa para seguir sem a gente. — Eh, às vezes também a pessoa tá procurando outra coisa ou a gente vê que não é um cliente ideal. E então a gente também soube eh direcionar essas pessoas para outros arquitetos ou para pessoas que poderiam ajudá-las a atender melhor e tal. Então a gente também soube fazer esse essa triagem quando chega ao cliente, que era uma coisa que a gente também não fazia antes. — É, eu particularmente aí assim, outro ponto, né, pegando isso que vocês estão falando até de escolha e tal, aí eu pensei numa coisa aqui que eu quero perguntar para vocês. Eu particularmente não acredito em nenhuma virada de chave. Eu acredito que assim são momentos da nossa vida que vão acontecendo algumas viradas de chave que aí constróem aquela fase que você falou assim: "Pô, teve uma fase aqui que eu tive uma grande virada". Essa é a minha visão de mundo, né? Não, não, não precisam todos concordar. Mas pensando nisso, a gente sabe que, nossa, parece assim, Jésica, o que que dá para fazer nesse tempo? E aí eu quero ouvir de vocês o que que dentro desse tempo que a gente teve juntas mudou para vocês no escritório, sabe? na dinâmica profissional de como que vocês se viam antes e como que talvez alguma coisa que possa ter acontecido que ajudou dentro dessa fase de vocês a se verem diferente como como profissionais e como no escritório, como com o escritório, perdão. — Eh, eu acho que ajudou a gente como escritório a a ter uma organização, não sei se organização é a palavra, mas uma padronização dos dos processos que a gente tem dentro do escritório. Então, fez a gente ter um passo a passo desde um minuto, desde, na verdade, antes do cliente chegar, mas do momento, é, do minuto que ele chega, a gente tem uma padronização ali dos processos e do que a gente tem que fazer o passo a passo que tem que que tem que seguir. Então, ajudou a gente a ter isso tudo mais claro na cabeça. Eu acho que antes as coisas eram muito soltas e e eu acho que a gente se enxergava muito mais como a arquiteta Bruna e a arquiteta Priscila. Hoje nós somos um escritório que a gente tem os nossos processos, a gente tem o passo a passo, as coisas que a gente tem que fazer pra gente ter o retorno. A gente sabe já que quando a gente deixa de fazer tal coisa, a gente deixa de ter um retorno. Então eu acho que ajudou muito na gente nessa questão de ter esse processo mesmo de escritório, sabe? De — esse mapeamento, né, de processos. — Você concorda? É, a gente a gente sabia, a gente fazia de outra maneira e a gente viu que não tava funcionando. Então, quando a gente começou a ter um uma linha do tempo de coisas que precisam ser feitas, ajudou muito mais assim a gente a se organizar, a gente se portar melhor com o cliente também. Então, como a gente agora como se fosse uma coisa mais bonificada, coisa padronizada, então a gente WhatsApp, né, que não tinha. — [risadas] — Exatamente. Então ficou melhor para falar com o cliente para eles entenderem também até o passo a passo, processos. Então ficou mais fácil a comunicação até com o cliente que chega e o cliente que fecha também. Boa. — É, e também no sentido de que assim a gente sabia projetar, a gente sabia, claro, conversar com o nosso cliente, mas as coisas da nossa área de arquitetura de interiores. Então, a parte de vendas, a parte de gestão de escritório, mas eu acho que principalmente a parte de vendas não era algo que a gente tinha muito contato com isso. Então, eh, é algo que é muito importante na nossa vida como empreendedoras, como donas de um escritório. E isso foi algo que a gente teve muito forte dentro do programa, eh, de que a venda é muito importante. Sem ela você não tem projeto, então você não tem como você executar a sua profissão, que é ser arquiteta. Então, a gente também teve muito isso, eh, presente, que foi essa essa questão de trabalhar a parte de vendas dentro do escritório. É, — sim. E aí, eh, qual que é um ponto, né, que eu queria perguntar para vocês? A gente entrar aqui e gravar, vocês estavam me contando de como que percorre. Vocês perguntaram assim: "Ai, Jéssica, mas cliente olha o destaque, vocês vão estar no meu destaque ou vão, alguém vai receber esse vídeo que vocês estão falando, coisa que vocês também fizeram quando assistiram para tomar a decisão da Naiara". E aí, aproveitando isso, o que que eu quero perguntar para vocês, na verdade, eh, não é perguntar, né? pedir para vocês, deixe um recado para as pessoas que, assim como vocês, estão ali olhando para ver, né? Será que eu tomo essa decisão? Eu faço ou não faço? O que que vocês contariam para essas pessoas? Como que é do lado de cá? Sabe que para pra Priscila e pra Bruna que já estiveram desse lado, que que você para sua, que que vocês contam para essas pessoas? — Quer falar? Char, pode falar — gente e B2 para vocês que não sabem, tá b [risadas] elas se elas têm uma sintonia tão grande que até isso da fala ela se complementa. Parece que ela uma pra outra e a fulana fala: — "Não, já sei quando ela vai parar eu já vou começo a falar." — Sei, eu já sei porque eu assisti as simulações de venda de vocês. Como é que vocês estão agora você? — É, [risadas] fala, me conta. Fala, amiga. — Então, não, eh, eu, eu acho que mentoria ela, quando alguém procura mentoria, pelo menos a gente, né, a gente tava até conversando sobre isso antes da reunião, que a gente vem fragilizada, né, a gente tá com uma dificuldade e a gente tá procurando alguma coisa que ajude a resolver aquele problema que a gente tem. E e assim, eu poderia indicar para qualquer pessoa, para qualquer colega de profissão, o seu programa de aceleração, ele realmente dá resultado. Uhum. — Eh, e é aquilo, você não, até falei hoje, se não tem como um mais um não dá dois, você traz as coisas pra gente de uma forma muito prática, de uma forma muito clara e se você seguir aquilo, você vai ter resultado, não tem como não ter. Então eu indico muito o programa de vocês. Eu acho que se alguém tem dúvida na tomada de decisão, eu acho que esse vídeo desde o começo já fala por si só, porque a gente teve resultado. Não é o que eu vou falar aqui que vai convencer alguém, mas o fato de que funcionou pra gente. E durante um tempo a gente ficou com um projeto só e agora a gente tá com com quatro. Então assim, isso eu acho que fala muito mais do que qualquer palavra que eu trouxer aqui, né? Uhum. O programa ele ele realmente funciona, mas ele funciona se você fizer a sua parte também. Não adianta vocêir as coisas e estudar todos os materiais que a Jéssica deixa e conversar, enfim, tirar dúvida, mas não colocar em prática aquilo que que você aprender ali. — Então, podem confiar que funciona. Essa mulher é babada. Eu acho também [risadas] que uma coisa, uma coisa que o programa da Jéssica traz pra gente é fazer a gente enxergar aquela arquiteta a gente é dona de empresa, que a gente precisa aprender a gerenciar o todos os processos além do processo de projeto, que é o que a gente sabe fazer. Então isso ajudou a gente ter uma virada de chave até em relação ao escritório, pô, a gente é dona de escritório, então a gente precisa aprender a a todos os processos, o comercial, gestão e etc. Sim. E separar as coisas também, né? Porque assim, mas Priscila tem filho, tem tudo. E pegando o gancho até que que Bruna falou de execução, é muito fácil Priscila falar: "Não, eu tenho criança, tenho um monte de coisa para fazer, não consigo". É muito, é muito fácil. E isso sem desmerecer total, até porque eu não sou mãe, não é o meu lugar de fala. Também falei isso da Naara até no vídeo, né? — Mas qual que é o ponto? Quem bota não só a questão da execução, mas também energia para fazer funcionar. Porque também tem aquela coisa, ah, eu vou fazer aí faz ali aquela coisa, mas tipo assim, não vai com garra, sabe? É a garra que vocês trouxeram aqui, que gerou tanto resultado para vocês a ponto da gente, inclusive, né, tá, tá continuando, a gente tem mais coisas para fazer, mas é, é, foi a garra que trouxe vocês até aqui, sabe? A vontade de fato de fazer o negócio acontecer e eu, o programa sermos apenas ferramentas. A gente foi um meio, né? Por quê? Porque era um desejo que tava muito forte. Então assim, ouso até falar, Bruna, que não é fragilidade, é um desejo adormecido, que aí tá dissado eh transvestido ali de uma fragilidade, mas que é um desejo de poxa, eu quero crescer com o meu escritório de uma forma organizada, que eu seja bem paga por isso, porque eu faço um negócio legal, só que eu não tô vendo o reconhecimento por isso, que aí é o que nos anima e dá fragilidade. Mas o que tá por trás é: eu quero crescimento nos meus moldes, da forma como eu desejo para mim. E sim, é totalmente possível. Por isso que é tão importante não só a execução SH, mas essa cabeça também de ter um negócio, porque senão a gente vai só ficar ali seguindo e tá tudo bem. Tem mercado para todo mundo, tem mercado para frila, tem mercado para autônomo, para don escritório para todo mundo. Agora você que quer crescer pode ter certeza que aí você tá no lugar certo, né, gente? — Com certeza. — Muito obrigada, viu? Obrigada, gente.
Dobrou o faturamento e aumentou o preço mais de uma vez
Thea Arquitetura, Paola e Amanda, Santa Catarina
Ler a transcrição completa →Dobrou o faturamento, com recorde logo no começo
Beatrice Aquino Arquitetura, Beatrice Aquino, Divinópolis (MG)
Ler a transcrição completa →Aumentou o valor dos projetos acima da meta de 30%
Ana Teresa Correia Arquitetura, Ana Teresa Correia
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