Elas Resolvem

Arquitetas contam, com números, o que mudou no escritório.

São 13 estudos de caso gravados pelas próprias arquitetas. Para quem quer ouvir de quem já passou pelo programa antes de pedir a conversa.

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Arquitetas contam o que mudou no escritório, em 2 min
200%a mais no preço médio da Entri Arquitetura (cerca de)
3×o valor dos projetos na Alinhar Arquitetura
+25 milseguidores da Teresa Barra, que tinha 1.600
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Depoimentos

Na voz das arquitetas

Meet Arquitetura, 14 min
Depoimentos de arquitetas sobre a Elas Resolvem (versão completa), 25 min

Todos os estudos de caso

13 casos

  • De 20 e poucos mil para R$ 80 a 100 mil de faturamento em um ano

    Antes, vivia do desespero de saber de onde viria o próximo cliente. Organizou a captação pelo Instagram e passou a apresentar proposta em reunião, em vez de só mandar por mensagem. Hoje o faturamento dobrou e o escritório está, nas palavras dela, 100% organizado.

    NAE Arquitetura, Nayara Etinger, Santos (SP)

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  • Saiu dos R$ 20 mil parados e fatura igual ou mais com bem menos projetos

    Estava estagnada nos R$ 20 mil por mês. Com as propostas ajustadas, passou a cobrar mais com segurança, ainda sem precisar de equipe. Hoje fatura igual ou mais do que antes, com bem menos projetos.

    Luiza Leptich Arquitetura, Luiza Leptich

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  • Preço médio dos projetos cerca de 200% maior

    A meta era aumentar o preço médio do projeto em 180%. Com processos mais claros, o escritório passou a começar obra com mais segurança. Chegou a cerca de 200% de aumento, com o cliente acompanhando cada etapa.

    Entri Arquitetura

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  • Em 3 meses, o mesmo faturamento de 6 meses do ano anterior, com menos clientes

    As sócias viviam de indicação e tinham insegurança para cobrar. Ajustaram preço, produto e rotina do escritório. Em 3 meses faturaram o que antes levava 6, atendendo menos clientes.

    Tuca Arquitetura, Duda e Carol, Santos (SP)

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  • De projetos de R$ 4 mil para o triplo do valor

    Os projetos saíam por R$ 4 mil, um valor que não sustentava o escritório. Com o posicionamento e a proposta ajustados, o valor foi para o triplo. Bateram a meta no segundo mês e, no seguinte, dobraram o resultado.

    Alinhar Arquitetura, Bruna e Priscila

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  • Dobrou o faturamento e aumentou o preço mais de uma vez

    As sócias precisavam fazer caixa sem perder a qualidade da entrega. Ajustaram o preço mais de uma vez ao longo do acompanhamento. Dobraram o faturamento, e hoje o desafio é ter tempo para atender a demanda.

    Thea Arquitetura, Paola e Amanda, Santa Catarina

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  • Dobrou o faturamento, com recorde logo no começo

    Com mais de 5 anos de mercado, equipe e escritório físico, ainda vivia de indicação. Passou a decidir com projeções em vez de no feeling. Dobrou o faturamento, com recorde logo no início do acompanhamento.

    Beatrice Aquino Arquitetura, Beatrice Aquino, Divinópolis (MG)

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  • Aumentou o valor dos projetos acima da meta de 30%

    A meta era aumentar o ticket do projeto em 30%. Trabalhou segurança para cobrar e o que muda quando o projeto é vendido pelo valor que tem. Alcançou e passou um pouco da meta estabelecida.

    Ana Teresa Correia Arquitetura, Ana Teresa Correia

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  • Fechou o projeto de R$ 40 mil que era a meta

    Era autônoma, com medo de cobrar, de contratar e de colocar limites no cliente. Deixou de atuar sozinha e passou a se ver como empresária. Fechou o projeto de R$ 40 mil que era a meta estabelecida.

    Carol Bittencourt Arquitetura, Carol Bittencourt

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  • O Instagram passou a trazer mais da metade dos clientes

    A captação dependia quase só de indicação. Ajustou o posicionamento e a estrutura do perfil no Instagram. Hoje mais da metade dos clientes vem de lá, e ela trabalha cerca de 80% do tempo em home office, com a equipe na sede.

    Dellas Arquitetura, Bruna Fabre, Maringá (PR)

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  • De 1.600 para mais de 25 mil seguidores e clientes de fora da indicação

    Tinha 1.600 seguidores e dependia de indicação para fechar clientes. Ajustou o posicionamento do perfil e passou a atrair o cliente certo pelo Instagram. Hoje soma mais de 25 mil seguidores, foi publicada em veículos no Brasil e no exterior, atende imóveis de mais de 300 m² e ampliou a equipe.

    Teresa Barra Arquitetura, Teresa Barra

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  • Recomeçou sozinha depois do fim da sociedade e montou equipe

    Recomeçou o ateliê de interiores sozinha, depois do fim de uma sociedade. Reorganizou a captação e o posicionamento no Instagram. Aumentou o volume de negócios e hoje tem equipe, incluindo uma estagiária.

    Ateliê Kênia Zabka, Kênia Zabka, São Paulo (SP)

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  • Rotina, equipe e acompanhamento de obra organizados

    Com equipe de 3 pessoas, os projetos estouravam prazo e custo, e a vida acontecia dentro do escritório. Organizou processos e o acompanhamento de obra. Hoje tem rotina e equipe funcionando sem depender dela o tempo todo.

    Ciclo Arquitetura, Rafa Marques

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Perguntas frequentes.

Funciona quando é individual e acompanha a execução. Um curso entrega o mesmo conteúdo para todas; um acompanhamento olha o seu escritório, define as prioridades e corrige a rota com você. A Elas Resolvem já acompanhou mais de 82 escritórios no Brasil, em Portugal e no Paraguai, com 13 estudos de caso documentados em vídeo.

Vem do Instagram, sim. Antes de contratar, o cliente de alto padrão pesquisa o escritório, inclusive quando chega por indicação. Se o perfil mostra os projetos certos e deixa claro para quem o escritório trabalha, ele confirma a escolha. No caso da Dellas Arquitetura, mais da metade dos clientes passou a vir do Instagram.

O medo de pegar mais projetos costuma esconder outro problema: o escritório não tem um modelo que sustente o crescimento. Com preço ajustado, processos simples e equipe com papéis claros, dá para atender mais sem que tudo passe por você. Muitos escritórios passam a faturar igual ou mais com menos projetos, como a Tuca Arquitetura e a Luiza Leptich.

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