Dobrou o faturamento, com recorde logo no começo
Beatrice Aquino Arquitetura, Beatrice Aquino, Divinópolis (MG)
Ler a transcrição completa →Paola e Amanda · Santa Catarina
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Dobrou o faturamento e aumentou o preço mais de uma vez
As sócias precisavam fazer caixa sem perder a qualidade da entrega. Ajustaram o preço mais de uma vez ao longo do acompanhamento. Dobraram o faturamento, e hoje o desafio é ter tempo para atender a demanda.
Quero meu Plano de Crescimentosenão aí — estava aqui já contando para elas que hoje a gente vai fazer o estudo de casa dessas duas gatas maravilhosas de Santa Cararina, gente. Ô povo, ô terra de povo bonito, entendeu? Olha lá, são modelos. Elas são modelos, mas aí de vez em quando elas abrem sessão para serem arquitetas. Mentira, nem dá tempo, nem dá tempo. Não dá tempo para fazer. — Não dá tempo. — Muita coisa da arquitetura. Gente, sejam bem-vindas. Paola e Amanda, elas são sócias do T Arquitetura. E elas esveram aqui comigo durante esse programa e eu falei: "Gente, se vocês toparem, vamos fazer um estudo de caso, porque a história de vocês merece ser contadas." e duas arquitetas que com muito potencial, mas ficava muito sugada pelo tipo de cliente que estava atendendo, pra quantidade de coisas que tinham para fazer, por conta de, apesar de olharem pra gestão, sentirem que ainda precisavam de ajuda com algumas coisas, principalmente para ter esse olhar de negócio, né, no escritório, saíram de um faturamento que simplesmente dobraram o faturamento, fizeram caixa, passaram a cobrar mais caro, entendeu? E o problema que hoje elas têm é justamente não ter tempo. É aquele tipo de problema entre aspas bom. Lógico que a gente não quer ninguém, né? Ruim da cabeça, a gente não quer isso, mas a gente gerou esse problema de ter muitos clientes rodando. Já tinham, né, muitos clientes, mas a gente estruturou isso tudo. E hoje eu quero ouvir então a história de vocês, pessoal. Se apresentem um pouco, contem um pouquinho de como que foi esse processo de por que vocês buscaram ajuda, né? como que tava o escritório antes? O que que vocês sentiram que mudou de lá para cá nesse nesse tempo que a gente passou juntos estruturando o escritório? — Quer começar? — Posso começar? — Então vai. — Então, a gente tava numa fase eh um pouco perdida, assim, apesar de já termos tido na na realidade a gente iniciou o nosso escritório já com muitos clientes bons, clientes qualificados. a gente teve ali um um pouquinho de sorte, oportunidade juntas ali, a gente soube aproveitar e e começamos bem o nosso escritório, só que no meio do caminho algumas coisas vão precisando ser ajustadas, enfim, algumas coisas mudaram, a nossa eh cidade de atuação mudou também, então isso interferiu bastante na questão dos clientes e a gente procurou a mentoria para realmente voltar aos eixos ali. a gente tava num momento de baixo faturamento, com problemas com clientes eh muito ruins. E como a gente já tinha tido clientes muito bons, a gente tava usando muito isso como comparativo e isso estava nos desmotivando. Então, acho que o princípio da mentoria foi esse mesmo, a gente conseguir eh organizar melhor o nosso escritório, organizar melhor o financeiro, que estava numa posição mais complicadinha naquela época. e realmente aprender a cobrar, cobrar melhor, conseguir se posicionar mais e também conseguir pegar esses clientes eh que a gente já tinha tido um dia e que tava um pouco perdido ali no meio do processo. Acredito que não sei se a Paula teria alguma coisa acrescentar, — não. Eu acredito que é isso mesmo. A mentoria ela sempre piscava para mim fazendo muito sentido pra nossa realidade, pegando todas as nossas nossos calinhos. E é realmente para você arrumar a tua casa, colocar os pilarzinhos em ordem, dar um direcionamento. Às vezes a gente tá tão focada na nossa rotina e na nossa realidade que a gente acaba não visualizando de forma prática o que que a gente precisa fazer, que ação que a gente precisa tomar. Eu acredito que uma pessoa de fora consegue ter uma visão mais ampla da onde que a gente precisa focar e nos dar um direcionamento mais assertivo. — Sim. E eu sempre falo, gente, que é aquela maldição do bom profissional. Sabe qual que é? Que é aquele profissional que tá tão preocupado em ter uma entrega muito boa, que às vezes ele acaba se submetendo a algumas coisas e precisa voltar para si. Às vezes até alguém de fora falando de voltar para entender, opa, pera aí, por mais que eu queira que o resultado fique muito bom, por mais que eu adore trabalhar com o meu cliente, por por mais que eu ame o que eu faço, eu preciso entender de alguns limites, porque senão também eu começo a a me prejudicar. Eu eu tô fazendo de tudo pelo cliente, eu começo a me prejudicar. E eu senti muito com vocês durante esse processo que a gente teve junto, né, da gente olhar para isso, a gente conseguiu ajustar bastante, porque vocês mesmos relataram, a gente tá tendo muito cliente que tá vindo e atropela processo e aí eles passam por tapa, a gente não tá conseguindo trabalhar muito isso e parecia que era uma coisa tão distante, né, a Amanda que falava muito parecia que era uma coisa tão distante e hoje você veio me contando que vocês não estão passando mais por isso. Então assim, como é que foi já pegando esse gancho? Porque eu acredito que foi uma situação que vocês trouxeram muito e sentiram muita melhora nesse sentido. O que que vocês viram assim como seu os primeiros resultados e aquela coisa que aconteceu que talvez você pensa assim: "Nossa, meu Deus, realmente mudou uma mudou alguma coisa aqui porque eu tô vendo uma percepção diferente sobre o assunto. — É, a gente — mudou mudou a nossa chave, porque é bem isso, ah, a gente quer fazer tudo para agradar o cliente. É uma coisa que a gente vende, né? um processo leve, mas o limite ele é bom também, ele coloca o cliente num local de segurança, porque você passa essa segurança colocando limite e é saudável, né? A gente tem um processo, a gente já tentou, — existe por um porqu, né? Sim. e não funciona. Ele é seguido porque na experiência é a forma mais correta de ter uma boa entrega, de ter um bom resultado. E isso passa a segurança pro cliente e a tua autoridade que sim, você domina e você sabe o que você tá fazendo. — Sim. — Então isso foi uma virada de chave pros dois lados e também nos dá mais eh tempo para conseguir fazer todas as etapas de uma forma correta, né? mais leveza pra gente conseguir executar tudo e criar um projeto. — Sim. — Uhum. Sucesso, né? vocês já tinham, — é, a gente criou coisas, né, durante a as nossas conversas que foram realmente nos auxiliando a colocar o cliente no local que ele precisa estar de entendimento de como que funciona, porque a gente entende que eles são leigos, eles não têm a clareza de de todos o o que passa por trás ali que eles não vivenciam. Então, a gente conseguiu através de algumas estratégias pequenas, assim, coisas relativamente simples, conseguir eh trazer mais clareza para eles, eles se sentirem mais seguros de que o processo está dessa maneira porque tem que estar. Então, acho que isso nos ajudou bastante assim. — Aham. E assim, tem muita gente que às vezes essa questão de ai é porque eu faço muito pelo cliente, é uma parte de insegurança no trabalho, que não é o caso de vocês, porque, por exemplo, quando a gente a era o caso de vocês era realmente da da entrega, de se preocupar muito com uma entrega de qualidade. Por quê? Porque em nenhum momento vocês tiveram receio de aumentar o preço. E dentro do período que a gente ficou junto, a gente não aumentou o preço uma vez só, né? A gente aumentou o preço algumas vezes, tanto que no último tô quase querendo aumentar de novo. — Não, já não, já virou precisando já. — No ano que vem a gente já tem meta de aumentar o acompanhamento de obra de novo. A gente já desenhou a meta de hoje. Então assim, não foi aquela coisa de nossa, pera, é porque eu não sei se, né, eu tenho que entregar mais porque eu não sei se eu tô entregando e tudo mais. Não, pelo contrário, foi ajustar essas duas coisas, porque a gente conseguiu também aumentar o preço de projeto, que foi um dos pontos, inclusive que deu um respiro bem maior pro financeiro de vocês, porque a gente teve aquele momento, né, que vocês estavam com muitos clientes andando, mas sem novos recebimentos, mas ao mesmo tempo lotaram de coisa para fazer e não conseguia pegar mais projeto. Então assim, a gente ter mexido nisso foi um ponto importante pro Caixa voltar a respirar também, porque senão ele ia voltar pro mesmo lugar de quando vocês começaram, não foi? — Foi. — É, e eu acredito que o financeiro mexe muito com o nosso psicológico, até pra gente conseguir performar da maneira correta. Então, se a gente consegue arrumar o financeiro, por mais que agora a gente esteja com muito trabalho e bem loucas, eh, a gente tem esse respaldo de que o nosso financeiro tá relativamente em dia, que a gente tá bem mais organizado do que antes. E, eh, como a gente conversou, né, foi uma um risco calculado. Então, nós nos arriscamos a fechar mais projetos, sabendo que sim, a gente ia ter uma demanda maior, só que são projetos que vão nos alavancar muito lá na frente. São projetos grandes, coisas diferentes que a gente nunca fez. E um desses projetos foi o maior projeto fechado, né, de valor que a gente teve no nosso escritório até hoje. Então isso também foi uma conquista eh muito boa e agora estamos lidando com isso, aprendendo muita coisa, mas de uma forma positiva, porque a gente sabe que a gente está ganhando bem para entregar aquilo que a gente sempre entregou e que antes não ganhava tão bem assim, né? era muita entrega para pouco retorno financeiro, digamos assim, — que hoje eu acredito que a gente tá bem mais equilibrado. — A gente não pode olhar pro pessoal e esquecer do pessoal, né? Então assim, que que vocês acreditam que desses reflexos que rolaram durante o período dos ajustes que vocês forem fazendo, foram fazendo, o que que ajustou na parte de vocês mesmo, até ou de mentalidade ou no pessoal? Por que que eu pergunto isso? Porque vocês são pessoas esperançosas. A gente nunca teve problema disso de ai não vai entrar cliente, não, não foi isso. Então é interessante eu fazer essa pergunta para ver, tipo, ainda assim, né, aquela pessoa que não tá entrando no desespero, que tá entrando porque ela tá vendo, pelo contrário, porque ela tá vendo o futuro e ela tá mirando o futuro. O que que Aí que é legal a pergunta para vocês, o que que isso, o que que aconteceu no pessoal de vocês com esses ajustes que foram feitos? Que que vocês sentiram? — Quer falar? Olha, é que no pessoal assim, o meu pessoal não é o melhor de exemplo, gente, porque eu sou muito crítica comigo. Mas com certeza foi positivo sim de dessa questão do limite de eu ver que sim, é possível você colocar limite, porque eu acho que eu era mais essa pessoa de ai agradar, agradar, agradar, fazer. Não, a gente faz, a gente dá conta. — Era mesmo. — Aham. E não, não, na hora eu vou fazer, a gente tem esse processo, a gente vai seguir. Então essa chavinha virou para mim e me deixou muito mais segura, me deixou muito mais potente profissionalmente e no pessoal acaba influenciando, abraçando tudo também, porque acaba pegando outras áreas, né? Você fica mais confiante para lidar com as coisas da vida. Eu acho que isso assim, — é, eu acredito que até essa segurança maior que a gente adquiriu também nos previne, porque antes eu lembro da gente passar por algumas situações de beva nervosa, ficava com o coração palpitando, tinha aquela sensação de que vai dar muita merda, sabe? Tinha aquela sensação de nossa, a gente como é que a gente vai sair disso? E hoje quando dá esse essas mesmas situações que a gente sabe que são normais, principalmente na parte de obra, que é muito eh são eh são coisas muito imprevisíveis que pode acontecer, mesmo a gente tomando todos os cuidados. Hoje eu acredito que a gente aprendeu a lidar muito melhor com o cliente quando acontece esse tipo de coisa. E isso vai muito da segurança que a gente passa desde lá do início, quando ele nos contrata, que apesar da gente, né, ter uma cara de novinha, loira, ter aquela aparência assim de talvez remete mais a fraqueza, eu acredito que a gente conseguiu virar essa chave e realmente se posicionar nesse sentido. E aí, estando mais confiante, a gente não se abate tanto quanto antes isso acontecia, sabe? que é uma parada que acredito que fez diferença até pra gente conseguir lidar, né? — Aham. E algo bem importante também que foi a antecipação, aquela questão semanal que a gente lapidou também na mentoria da gente antecipar coisas para o cliente, não esperar ele vi. Isso deu uma leveza assim no pessoal, porque você — tá tranquila. nossa, né, prioridade é realmente passar todas as informações pro cliente e deixar tudo transparente. E isso para ele maravilhoso e pro nosso pessoal maravilhoso, porque a gente tá tranquila, que tá tudo sendo repassado, tá tudo sendo feito e está sendo antecipado, né? A gente — começa a criar mais leveza na nossa vida e na nossa rotina. — Sim. — Uhum. Nossa, realmente isso — Uhum. E olha aqui pra gente finalizar, mas só um OBS que eu quero fazer um parênteses. A gente não tá entrando muito em número aqui e não precisa entrar, tá gente? Fiquem tranquilas que eu não vou entrar nisso. Mas é só para deixar um gostinho assim, elas fizeram dinheiro, tá galera? Nesse período, elas fizeram dinheiro nesse período, cobraram mais caro, fecharam um baita projetão e assim com peito para fechar, porque a gente participou. O que que eu faço aqui? Eu eu brinco e eu viro sócia, né? Então assim, Jéssica, ela falou tal coisa, como que a gente faz? Não, já falei isso, o que que você acha disso? A gente trocando informação, fecharam um baita projeto, cobrando um valorão lá de uma pessoa inclusive que elas falavam: "Cara, ela é muito complicada de fechar, ela é mão de vaca, né? — Mão de vaca. — É mão de vaca. E conseguir espremer o dinheiro ali, minha filha, que fecharam baita de um projeto e não fecharam um só, não. Com a mesma pessoa fecharam mais projetos ainda, — com a mesma família, né? — É só esse OBS. Sabe? Porque eu sei que a gente não entra nisso, mas que as pessoas é legal inclusive botar isso pro mundo, porque aí que venham mais, né? Se entrar nos méritos valores. Mas foi muito legal a trajetória de vocês. E que que eu quero perguntar pra gente poder finalizar? O o objetivo do estudo de caso é quando eu envio para aquelas pessoas que estão pensando, né? Ai, entra, não entra, não conheço a Jéssica, será que eu que eu faço, que eu não faço? Como que é o acompanhamento da Jéssica? Qual o recado que vocês deixariam tanto de quem é a Jéssica trabalhando do escritório? Essa é uma pergunta que eu não costumo fazer, mas vai ser legal de ouvir vocês, né? Tipo, quem que foi a Jéssica como suporte pro escritório de vocês? E o que que vocês deixariam de recado para essa pessoa que tá pensando se ela entra, se ela não entra? O que que vocês eh deixariam de mensagem? Aí — eu deixaria que a Jéssica é muito prática, que volto a falar que às vezes a gente tá muito louca da vida e uma coisa simples você não vê porque você tá cheio de coisa para fazer — e a gente se auxilia nessa visão, nessa facilidade, na simplificação — da tua vida, dos teus processos, da dúvida que você tem, porque a gente tem, a gente é empresária. Então, dá um direcionamento legal, é uma praticidade, facilita muito, porque às vezes você fica quebrando cabeça em algo que só de ter uma conversa já é resolvido e você já se direciona para resolver e não fica perdendo tempo nesse problema que você às vezes cria na tua cabeça. — Sim. Eh, eu acho que além da pessoa, né, de de todo esse essa esse suporte de pessoa que a Jéssica deu, muito também nos ajudou a questão de dicas de aplicativos, dicas de ferramentas que a gente poderia utilizar, eh dicas de eh documentos novos que a gente não tinha, mas que poderiam facilitar a nossa vida em problemas específicos que a gente tava tendo durante os nossos processos. Então, a gente colocou muito disso em ação e deu resultado e a gente conseguiu resolver questões que a gente não sabia como resolver. Então, né, esse direcionamento de olha, meninas, confia, vai nessa plataforma, testa essa plataforma, vê se dá certo. Tem muitas coisas que a gente poderia ter testado, mas né, não conseguimos usufruir de todo esse aparato que a gente tem, porque realmente a vida acabou acontecendo, a gente ficou com muita coisa, muita demanda, o que é muito bom, mas o que a gente conseguiu colocar em prática realmente mudou bastante ali do nosso da nossa rotina, dos nossos processos, o tratamento com o cliente. Então, foram coisas que foram facilitando eh a nossa vida principalmente. Então isso, como a Paula falou, de isso bater também no pessoal, acaba batendo, porque a gente estando mais tranquila, que a nossa parte tá sendo feita, né? Não fica esse peso todo para nós. Então esse suporte também de direcionamento de ferramentas, eu achei que fez bastante sentido para nós, assim. — E vocês comentaram que o movimento financeiro que vocês fizeram na época nem tava o melhor cenário para investir. Que que vocês deixam de recado? E aí, valeu o investimento? Recomendo. Investir. — Valeu, valeu. — Tudo é crescimento, gente. A gente precisa estar nos aprimorando e buscando 24 horas por dia nos aprimorar e é legal que já tenha um direcionamento, né? A minha dica, sendo bem sincera, é que você abrace essa mentoria e faça tudo que precisa ser feito, tá? Porque tem muita coisa, tem mu arrependimento não foi ter usufruído de tudo que a gente tinha na mentoria, mas por conta da demanda, né, a gente conseguiu alcançar um objetivo nosso, mas tem muita coisa boa e nós eh muitos proveitos que a gente pode tirar ali de tudo que é proposto, de tudo que é fornecido para nós, assim, — realmente tem bastante coisa, — não? E eu sempre falo porque agora eu tenho deixado cada vez mais claro, gente, execução, porque tem que executar para ver as coisas acontecendo. E as duas são super executoras e ainda estão falando isso. Então, para vocês terem de exemplo que mesmo o executor fala isso, tá vendo? Porque se fossem pessoas que que não executassem, elas não estariam aqui contando estudo de casa. Então, foi porque elas executaram e mesmo assim se cobra por não terem executado mais. Esse é o dilema que tem muita coisa. — Nem fala, nem fala. A gente sofre. É muito, mas aqui é só o começo de uma jornada linda. Eu sou muito grata de fazer parte dessa dessa fase que vocês viveram, mas que a gente sabe, né, que o relacionamento ele vai continuar, foi estar junto mais próximo numa fase, mas o nosso relacionamento vai tá aqui para o que deve vier, porque eu vou ser sempre grata pelo pela eh confiança que vocês depositaram também no meu trabalho no período que a gente ficou junto. Então, muito obrigada, muito obrigada por contarem a história de vocês. Tenho certeza que vai ajudar para bastante gente aqui que assistir, viu? Que bom, a gente agradece, — imagina a gente que agradece. E daí tu tem que vir visitar a gente, hein? Já rolou promessa. — Já rolou. — É, até lá o escritório tá pronto. — Tá pronto. Vou fazer vídeo, conteúdo e aí vocês vão ver aqui. Corta aqui o final, corta pra parte de daqui a pouco vocês verem meu conteúdo lá, viu, gente? Yeah.
Dobrou o faturamento, com recorde logo no começo
Beatrice Aquino Arquitetura, Beatrice Aquino, Divinópolis (MG)
Ler a transcrição completa →Aumentou o valor dos projetos acima da meta de 30%
Ana Teresa Correia Arquitetura, Ana Teresa Correia
Ler a transcrição completa →Fechou o projeto de R$ 40 mil que era a meta
Carol Bittencourt Arquitetura, Carol Bittencourt
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