O Instagram passou a trazer mais da metade dos clientes
Dellas Arquitetura, Bruna Fabre, Maringá (PR)
Ler a transcrição completa →Carol Bittencourt
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Fechou o projeto de R$ 40 mil que era a meta
Era autônoma, com medo de cobrar, de contratar e de colocar limites no cliente. Deixou de atuar sozinha e passou a se ver como empresária. Fechou o projeto de R$ 40 mil que era a meta estabelecida.
Quero meu Plano de CrescimentoTá. — Tá, mas me fala de forma geral o que que você sentiu, como que você sentiu que você tava antes, como que você sentiu que você tava agora, que que você gostou, o que que você não gostou. Me dá um feedback geral até do que que dá para melhorar também. Eu quero te ouvir porque isso aí melhora os nossos serviços aqui. — Não, eu acho que nossa, eu tive uma evolução outro nível, assim, muito grande, né, de deixar de ser uma autônoma para realmente tá no processo de ser uma empresária, de dar essa confiança disso, de entender isso. E eu acho que foi super interessante você também não ser da área, de poder ter esse espaço de conversa também sobre isso, porque eu vejo que assim, arquitetura cada um também na sua, sem ter muito diálogo, então assim, ter esse espaço também, né, é interessante. Eh, acho que eu só tenho tipo também agradecer. Acho que foi ótimo. Tá sendo ótimo. Acho que as aulas também lá são muito boas de gravação e tudo mais. Às vezes a gente não consegue entrar ali e ver. Eh, talvez uma questão também essa questão de horário ali, né? A gente, eu não consegui ver todas as aulas, adoraria. Eu acho que isso também é uma questão, né, nossa de organização, de focar nisso, mas eu acho que todas as aulas são ótimas, né? A gente, eu adoraria poder ter ali para sempre, pra gente poder ficar vendo volta e meia porque eu acho que elas vão só somando. Eu não tenho coisa para você melhorar. Eu acho que esse formato é interessante. — É, talvez agora não veio debate pronto, mas coisa para melhorar a gente vai ter pro resto da vida, né? Senão — Mas é isso, não, não é um formato de evolução, não é um formato de tem alguma coisa que tá ruim, é um formato que é isso, é natural da gente tá evoluindo, da gente identificando, mas não que tem alguma coisa assim que eu falei: "Meu Deus, não não tá casando com o que eu quero, com a minha proposta". Acho ótimo esse processo de ser de 15 em 15, as reuniões ali que faz a gente dar, sabe, voltar ali, não esquecendo do João Pedro Fui da meada, de estimular também, né? Eu acho que é é muito do estímulo também isso que às vezes a gente vai se perdendo ali no dia a dia e é meio que tipo como uma dieta, né? Às vezes é o nosso tempo ali, limite são 15 dias, assim, a gente já começa a esquecer certas coisas e ter isso é sempre um bom feedback. Acho que mais até as aulas estimulam muito também. Eu achei que as aulas a gente pode direcionar muito, mas eu achei que esse encontro ali prático é ótimo. — Uhum. — E não sei, acho que vocês também um um ponto assim muito bom também é que você tem essa essa resposta, essa atenção ali também rápida, que eu sei que é muito difícil estar ali no Instagram, ainda mais com tanta gente diferente, você tá sempre atenta aos detalhes e enfim de de tornar a gente pessoa mesmo, né? E e que que assim você já tinha passado por outras experiências e não é comparando, é só para saber, para eu conseguir entender como profissional também o que que a gente entrega de diferente, né? Até a Jéssica e a empresa, porque a gente não é só a Jéssica aqui. O que que você sentiu dentro das experiências que você já teve dentro dos acompanhamentos, mentorias, etc. Que você viu que foi diferente do que você já tinha vivido aqui com a gente? Então eu acho que é o que eu, né, acabei de assim de finalizar assim, retornar a gente pessoa como indivíduo particular, saber quais são as nossas dificuldades, limitações e poderes também, potências ali dentro daquilo. Então assim, entender eh de tirar daquela pessoa o melhor que ela pode oferecer, né, sem comparar um ao outro, mas entender que aquela pessoa ela tem um diferencial e como é que a gente pode explorar que ele dentro dela, — tá? E é isso, tornar a gente pessoa. O outro que eu tinha feito era muito mais impessoal, né? Tipo, vamos fazer isso aqui, vamos melhorar, é uma coisa mais rápida, prática. Mas eu acho que é muito diferente, dá muito mais estímulo quando a gente entende quanto que a gente, como a gente é e como a gente pode chegar. — Se você pudesse falar uma palavra da Carol antes, uma uma palavra para Carol agora, que como seria? Eu acho que eu me tiraria muito do papel, que era uma coisa que eu tinha muito receio e medo de de estar no hobby, de ser autônoma para me transformar realmente numa empresária. — E eu lembro que você tinha medo de contratar, lembra? E agora sim, você tinha medo de contratar e — nossa, quantos medos de contratar, de cobrar, de tudo, assim, de eu preciso dar mais pro cliente e de não impor também os limites, entender que às vezes a gente lida com uma coisa que é artística e tipo quanto que a gente tem que continuar dando a nossa arte, entender que aquilo dali também é uma arte em forma, né, que tem um formato, que tem uma empresa, que tem um contrato. Então assim, transformar a nossa criatividade. Aham. Uma coisa tátil ali, né? Eh, é muito importante. — Sabe o que que é lindo de ver? Que eu acho maravilhoso quando eu acompanho assim vocês, porque eu eu até abrindo, né? É o meu propósito, cara. Eu não quero que mulheres maravilhosas saiam do mercado porque não conseguiram galgar, mostrar essa potência que tem pro mundo. Então, eu fico muito realizada vendo vocês crescerem. E que que eu trago? Dois pontos que eu observei muito você durante esse período que a gente passou junto. Primeiro ponto foi essa questão dos medos que você tinha de poxa, eu não quero contratar e eu penso em ser só eu. Hoje você quando a assistente virtual saiu que você teve que trocar você falando: "Jéssica, não, eu não abro mão, eu preciso de outra pessoa. — Não existe — falado nada. Tipo assim, você chegou essa conclusão de que você precisava disso e hoje foi a cereja do bolo, que era o quê? A nossa meta era fechar um projeto de 40.000, que foi até aquele ponto, né, que a gente fechou, mas teve todo aquele rolê, mas fechou. Só que não é o ponto do fechar ou não fechar que eu quero trazer aqui, é que você tinha colocado que o 40.000 era o sonho. Quando hoje você vira e fala, Jéssica, para mim eu já tenho certeza não cobro menos que isso, porque assim, é isso, eu sei que eu que o meu serviço vale isso, eu não vou cobrar, não aceito menos do que isso, gente. Carol, isso assim, juro, eu fico emocionada, eu fico muito feliz disso, de verdade, porque aí eu sei que assim, valeu a pena e para mim esse acompanhamento valeu a pena, porque a gente de fato despertou o potencial ali e virar algumas chavinhas, porque assim, o que que vai acontecer daqui paraa frente? Eu tenho falado cada vez mais isso, né? Depende de cada um, de cada vida, de cada jornada. A gente tem, poxa, a Alice teve filho, a Cris teve filho, então as coisas mudam na jornada de cada um. Mas o que não vai mudar é o fato de que você já viu que é possível e que consequentemente, por mais que alguma coisa mude, por você já ter visto que é possível, é muito mais fácil de você conseguir, ainda que ai, nossa, tive um vale ali, você consegue voltar pro pico porque você já viu que isso é possível. Então assim, é o o despertar eh do potencial profissional da pessoa que existe ali, porque poxa, só de você investir num acompanhamento, investir em faculdade boa, investir nos milhares de cursos que eu sei que vocês fazem, é um baita potencial que tá ali, tipo, não tá bem explorado, talvez o máximo explorado, que aí a gente consegue trazer isso. Vocês falam: "Pronto, agora eu consigo, vamos dominar o mundo, né? Pink, Pink, cérebro, vamos, Pink, vamos, sério, vai dominar o mundo. Então, leva isso para você, sabe? Isso para entender que agora você consegue caminhar com as suas próprias pernas, que agora você conquistou resultados que até então você não tinha visualizado que seriam possíveis para que nos dias que que sim vão surgir, que não sejam tão legais, você se lembre disso. Por isso que hoje o meu papel aqui até nessa conversa foi muito nesse sentido de trazer coisas que você precisa ter a Jéssica ali, sabe? Nossa, eu lembro da Jéssica falando isso como se fosse hoje nesses pontos, porque é muito fácil ficar desanimado numa jornada empreendedora, a gente sabe que é muito fácil. Então, — lembrar desses pontos são igual a história do Mestre dos Magos, né? Você lembrar de eu falando vai ser tipo, tô ali na jornada, na caverna do dragão. É da nossa época esse desenho. É um pouco antes, mas da nossa época a gente pegou também. Então você tá ali, né? Quer sair, quer fazer não sei quê, quer voltar para casa. Chegou ali, tá num momento difícil, pum, aparece o mestre dos magos. É essa a ideia. Só que o mestre dos magos são esses pontos que eu tô trazendo aqui hoje para tipo lembrar no meio da jornada, pô, eu lembro que a Jésica falou isso comigo. Então, pera, respirar, vou pra praia, tomar uma água de coco, né? Tipo, vou dar uma caminhada, vou voltar porque daqui a pouco as coisas voltam. Esse é o objetivo. Tá bom? Agradeço a sua. E vai ter mais, até porque daqui a pouco vai ter a Iora aí que você vai conhecer daqui a pouco. — Ah, vai, com certeza. — Agora 5:30 eu tenho a apresentação aqui da identidade visual. — Já é agora. — Vai ser maravilhoso isso. Já quero ver também esse crescimento. — Vai, vai. A gente vai crescer todo mundo de mãozinha dada, que é assim que é que todo mundoa. — É. Beleza, mas faz isso que eu tô te falando.
O Instagram passou a trazer mais da metade dos clientes
Dellas Arquitetura, Bruna Fabre, Maringá (PR)
Ler a transcrição completa →De 1.600 para mais de 25 mil seguidores e clientes de fora da indicação
Teresa Barra Arquitetura, Teresa Barra
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Ateliê Kênia Zabka, Kênia Zabka, São Paulo (SP)
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