De 1.600 para mais de 25 mil seguidores e clientes de fora da indicação
Teresa Barra Arquitetura, Teresa Barra
Ler a transcrição completa →Bruna Fabre · Maringá (PR)
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O Instagram passou a trazer mais da metade dos clientes
A captação dependia quase só de indicação. Ajustou o posicionamento e a estrutura do perfil no Instagram. Hoje mais da metade dos clientes vem de lá, e ela trabalha cerca de 80% do tempo em home office, com a equipe na sede.
Quero meu Plano de CrescimentoTá mais. — Bom dia, boa tarde, boa noite para quem tá assistindo essa gravação. Dona Bruna Fábrido delas Arquitetura. você vai poder se apresentar, mas eu já vou fazer essa introdução de que a Bru tá comigo. A gente tava fazendo as contas aqui há mais de um um ano, mais de um ano e meio, já tem um tempo e a gente não tinha feito estudo de casa ainda. Então hoje eu convidei ela pra gente trazer um pouco mais da retrospectiva de como foi o avanço do Delas Arquitetura durante esse período que a gente esteve junto. Então aproveita, Bru, se apresenta, conta aonde que você está, porque são dois locais diferentes no Brasil. traz um panorama geral ali de como que você chegou com o escritório, de quem você é, de da onde que tá o seu escritório, pra gente já começar pro pessoal entender e te conhecer. — Bom, eu sou a Bruna, eh, sou proprietária do escritório delas da arquitetura hoje com sede em Maringá, em Copo Grande, mas quando eu comecei com a Jéssica era só em Maringá. Então isso também foi uma das coisas principais que me fez entrar na mentoria, porque era um plano meu e eu queria conseguir estruturar isso de uma forma que fosse leve, que eu conseguisse levar e manter os meus clientes, né, aonde eu já havia conquistado que é em Maringá. — Legal. — Um ano e oito já, né, J? — Legal. E aqui e e foi engraçado que teve um ponto até que eu não comentei, tiveram muitas revira-voltas durante o tempo que a gente teve junto, inclusive de mudança de equipe que teve, projetos fora, né, que você tem projeto fora, rodando Santa Catarina, rodando em São Paulo, muitas decisões nesse sentido e inclusive com decisão também de equipe. Você entrou por um motivo, mas no meio do caminho tiveram outras coisas de gestão também que a gente olhou. Mas conta pra galera o que que te motivou a procurar uma ajuda, a procurar assim, a gente fala aqui da da mentoria em si, mas não só a mentoria, porque quando você procura a mentoria você tá buscando ajuda. Então, como que tá o escritório antes? O que que você tava buscando e como que ele tá hoje? Assim, que que você percebeu de diferença? — É, eu acho que a principal diferença até que foi um dos motivos principais de eu ter fechado com a com a Jéssica, foi que quando eu comecei a mentoria, eu tinha duas partes do escritório que estavam terceirizadas, né? que era uma era o marketing e o outro era o BPO. Então, eh, conversando, né, com a Jéssica, eh eu vi que também era uma um custo que eu poderia estar fazendo dentro do escritório e que hoje eu enxergo que é muito bom eu estar fazendo porque eu vejo são as uma das duas principais coisas dentro de um escritório, né, J? Isso eu aprendi com você também, que eu consigo administrar melhor o escritório e o que eu preciso ao longo dos próximos meses, não só hoje, né? Então, eh, na verdade é o coração do do escritório, né? o financeiro e o marketing, a captação. Então era isso, era uma coisa que eu tava deixando terceirizado e que na hora que eu trouxe para dentro de volta, né, com com a mentoria, eu vi que fe faz total sentido, tá dentro do escritório mesmo. — O que eu escuto muito, Bru, é porque assim, eh, arquiteta povo, né, tem que assumir muitas funções e quando você fala isso que trouxe para você, pode gerar dúvida nas pessoas no sentido de isso ter te sobrecarregado por ter puxado mais coisa. Mas contextualiza pra galera qual que é o tamanho do seu escritório, a estrutura, quantas pessoas você tem para hoje você conseguir inclusive fazer isso que não está te sobrecarregando. E inclusive também por que você tomou a decisão de trazer para dentro, sabe? Por que que você Porque teve uma história aí por trás, eu não quero spoiler eu falar, mas para você contar. — Sim. É, primeiro porque não tava dando resultado. [risadas] O marketing o principal, né? não tava dando resultado. Hoje eu tenho um escritório que são três, quatro orquetas mais uma estagiária. Então a gente tá meio administrado lá dentro, né? eh o que a função de cada uma, eh as reuniões semanais e mensais com equipe, isso me ajuda eh muito. Hoje eu sou eu sou proprietária, né, arquiteta chefe e eu trabalho home office praticamente 80% do tempo e a sede com as com as arquitetas é em Maringá. Então isso também era um desejo meu, né, organizar para funcionar desse jeito, né, que era uma coisa parecia tão longe que iria acontecer. Porém, eh, tudo isso foi sendo leve, né? Foi uma transição leve que pra gente chegar nisso a a esse ponto que nem a gente tá hoje. — Sim. E o que que aconteceu do financeiro, que foi um ponto que você trouxe na época, você falou de não resultado, mas foi um pouco até mais embaixo, né, que a gente tava, além de não tá dando resultado como você tá trazendo, não sou eu falando, eh a gente tava com uma questão do financeiro no sentido de trabalhando, trabalhando, trabalhando, porém não tendo dinheiro no caixa. Você não tava tendo lucro. O seu modelo de negócio era de pegar muitos projetos, mas projetos que não eram tão lucrativos. tendo essa estrutura de terceirização para resolver, mas que no final das contas não estava resolvendo, que foi um dos motivos que você trouxe para você de volta, né, por não estar resolvendo. Mas assim, como que tava, o que que mudou nesse cenário de modelo de negócio? Qual que é o tipo de cliente que você tinha? Qual que é o tipo de cliente que você tem hoje? Como que tá essa questão? Não precisa abrir números, obviamente, mas como que mudou de faturamento para você? Mas, mas eh a gente conversando agora, G fez lembrar uma outra coisa que tava acontecendo na época, que era trabalhar fora do horário. Eu trabalhava até meia-noite, tranquilamente, ia, acordava cedo, eh, de não pôr limites também nos clientes, né, nos prazos, dentro do escritório, não ter isso estabelecido. E isso mudou totalmente, né? 6 horas, desligo o meu computador, tenho minha vida pessoal, né, acontecendo fora do escritório. Sim. — Eh, questão financeira também era antes era uma questão meio que sobrevivência, né? Vamos pagar conta, eh, o que precisa e às vezes ali o que sobra, — eh, eu tinha que pagar algum incêndio que aparece, né? Exato. — Nós somos empreendedores, sabemos que aparece imprevistas, então acabava não sobrando. Aí desse jeito eu consegui organizar tudo dentro do escritório e hoje sim a gente tem uma um uma margem de lucro bem maior e mais tranquilo, né? Também uma qualidade de vida melhor que lamentar. — Exato. Que é o modelo de negócio. E uma coisa também que eu lembro muito forte, Bru, foi que o tipo de cliente que você começou a atender, né? Sim, sim. Eh, eu já atendi alguns clientes alto padrão, porém agora isso já é, vamos falar que maioritário dentro do escritório, né? Então sim, a gente diminuiu também a quantidade de projetos dentro do escritório, porém com ticket maior, né, e tendo até uma qualidade de projetos melhores saindo dentro do escritório, né, com detalhamentos melhores, qualidade de projeto, de processos, né? Então isso também é muito valioso. — E o que que deu margem para isso foi o processo que a gente trabalhou muito de começar a não depender tanto de indicação, né? Então assim, muita gente acha que só terceirizar o marketing, agência, etc. É o que vai resolver. Quando na verdade a gente fez uma mudança muito estrutural do escritório para daí chegar nesse ponto do marketing, inclusive também dar resultados, atrelando financeiro com marketing, né? tipo, tá, quanto que eu vou investir esse mês, a partir de quanto disso eu vou ter de meta de faturamento. A gente faz isso muito, muito a risca aqui. É uma coisa que a gente, quase todo mês a gente senta para falar sobre isso, porque é uma coisa que a gente tem levado muito a sério e que eu vejo que mudou o cenário do seu escritório. Te usei de exemplo lá com as outras alunas aqui também, né, de quando você acreditou que esse cenário de tá, como que eu consigo de fato viver do escritório, essa viradinha de chave que aconteceu, conta pra gente como é que foi. — Olha, ser meio honesta, que eu fui bem cabeça dura com a Jéssica, ela falava, falava para mim, Bru, vamos investir, vamos fazer, deixa lá, vamos manter, né? Foi me ensinando como fazer. E aí no final do ano agora, né, em dezembro fiz exatamente o que o que a gente havia conversado, combinado na mentoria e deixei rodando, claro, sempre assessorando ali. E aí em janeiro começou com tudo, né, com um monte de orçamento, fechamento, coisa que em escritório de arquitetura a gente sabe que é difícil, né? Janeiro não é um mês eh movimentado para nós, né? Então, foi muito legal começar o ano já assim e ver que realmente dá resultado aquilo ali, né? Então foi ali foi uma virada de chave para mim e ver que funciona. Realmente funciona — sim. E hoje você tem você tem mais ou menos quantos por centos dos seus clientes estão vindo exclusivamente do Instagram por mês? — Ah, já a gente pode pôr mais de 50%. — E com e desde então, qual foi o maior ticket que você fechou vindo do Instagram, além de indicação? de Instagram. É, ah, eu já fechei o projeto 40. Bacana. Tem gente que não acredita que é possível, né, o alto padrão do Instagram que nunca te viu na vida. Então, a gente mostra que não, o contrário. É, é super possível. Inclusive isso aqui a gente tá conseguindo por mês desafio. Não é, não foi um mês só. A gente tá desde janeiro direto nessa, mas também já tinha acontecido antes. É porque de janeiro para cá foi aonde virou essa chavinha para ela da eh constância, vamos dizer assim. Mas não porque antes não funcionava, porque a gente tem vá, gente, Bruna tá aqui há tanto tempo que a gente tem vários cases ali, tem um monte de print dela que a gente já fechou cliente dia 28 de dezembro, lembra? Falou: "J, acabei de fechar cliente, virando ano, fechando cliente". a gente já conseguiu várias coisas montando estratégia, porque a gente fez um trabalho de equipe aqui para de fato o negócio rodar, ela acreditou, né, e botou dela também para para tocar e por isso que a gente conseguiu o resultado. E aí eu quero ouvir que que você falaria pras pessoas que estão pensando em fazer um acompanhamento aqui junto comigo, que que você diz para elas que foi o seu o maior diferencial da mentoria em si, vamos dizer assim, do programa, do método e etc, e da Jéssica também como pessoa, porque hoje em dia as pessoas levam isso muito em consideração. O que que você falaria? — Eh, bom, que nem eu já disse aqui um pouco, eh, eu fui, eu sou um pouco, vamos falar cabeça dura para aceitar as coisas, tá? Então, a mentoria era uma coisa que eu já olhava com bons olhos, mas eu tava ali, né, namorando, se se fazia ou não. E a G fez isso ficar mais fácil, né, que eh a nossa troca desde o começo foi muito muito leve, que eu acho que isso é essencial, né, leve, porém pontual também, aonde a gente precisa melhorar o que precisa ser feito. E conforme você vai fazendo e vai enxergando o seu escritório de cima, né, que a gente tá ali só no plano, mas a hora que você enxerga ele no total, você consegue dar importância onde tem que ser dada a importância e ver que o que que você precisa melhorar para tudo fluir bem, porque às vezes é uma coisinha ali no cantinho que você deixou passar ou que você não leva tanto em consideração, né? eh que acaba eh não dando fluxo total pro escritório. Então são essas responsabilidades que você tem tem que tomar para si mesmo e viver. E a G consegue trazer isso pra gente de uma de um jeito muito fácil, muito humano. Eh, também que nem a gente falou, um ano e oito, né? Um ano e oito acontece muita coisa na vida. Eu casei nesse meio período, mudei de cidade. — Então teve muitas coisas que eu falava: "Jéssica, — calma". E e aí ela falou assim: "Não, Bruno, agora vamos, vamos". Aí, então isso para mim foi muito, muito importante mesmo e sou muito grata por esse um ano e oito que que tivemos aí. A gente cria um vículo, gente. Daqui a pouco ela tá me fazendo um chorar aqui. Não tem como. Mas assim, eh, faz, faz. Ai, ai, fico feliz, feliz porque realmente a gente cria um relacionamento e a gente torce junto, fica feliz junto, eh, comemora no casamento. Bru, que linda, tava maravilhosa, casou toda gata, a mudança. Jéssica, eu tô mudando. Segura as pontas aí porque pera aí que hoje eu tô, sei lá, teve um dia, eu não esqueço, no início ano, você tava muito nessa, né? Vai vir fulando aqui instalar tal coisa, vamos mudar. Vamos, vamos. que a gente começa a entender e sai dessa coisa da rigidez, né? É importante porque a gente tem um escopo de trabalho, é um serviço como outro qualquer, mas é porque no nosso caso a gente foi criando um relacionamento que foi proporcionando isso por conta da troca que foi proporcionada para ambos os lados, né? você fazendo sua parte, eu fazendo minha parte, por isso que a gente conseguiu ver tanto resultado. E você, você também está muito de parabéns, porque eu vejo o quanto que você cresceu de fato, foi o que você falou, você saiu do operacional. Hoje você é a estratégia do seu escritório. Tanto que é isso, gente, um bafão. Ela tá entrando, isso tudo que ela tá falando aqui é sem obra, porque ela tá entrando para fazer obra agora. E ela já está, a gente antes de começar estava falando justamente sobre isso. Jéssica, eu quero, vou fazer a obra, mas eu não quero tocar a obra. Eu quero que a arquiteta toque a obra para mim. — E assim, se dar o luxo disso. A gente estava conversando sobre isso, como que a gente vai estruturar estrategicamente algo para ela se dar esse luxo. Então assim, é possível. Você que tá vendo isso, você tá vendo a Bruna em caso real que é possível. E essa é só uma fase porque a gente tem meta pressona ainda de aumentar esse faturamento. Muita coisa boa ainda tá por vir. Com — certeza. E essa e essa é uma parte muito importante, as metas, tá? eh ter a meta ali e te ajuda a a ver aonde chegar, né? Porque eu não sou uma pessoa competitiva, nunca tive isso, mas saber que eu consigo chegar ali é muito bacana, então que eu tenho tudo para chegar, então isso dá mais gaso ainda. — É, é ter um caminho. E isso aí é como cada um trabalha. Você sempre deixou isso muito claro para mim, né? G, eu sou muito boa com o que eu tenho que fazer, me passa o que eu tenho que fazer, me passa o plano, me fala, me escreve. E aí eu falei: "Não, ótimo, porque eu também sou super professoral nesse sentido." Então a gente deu super certo. Você que está conhecendo já vai saber. O trabalho assim a gente coloca [risadas] muita meta. Por quê? Porque são pessoas que de fato querem transformar o escritório em negócio. Se você quer transformar seu escritório em negócio também, vem que eu consigo te ajudar. Bru, muito obrigada, viu? — Eu que agradeço. G.
De 1.600 para mais de 25 mil seguidores e clientes de fora da indicação
Teresa Barra Arquitetura, Teresa Barra
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Ateliê Kênia Zabka, Kênia Zabka, São Paulo (SP)
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