Recomeçou sozinha depois do fim da sociedade e montou equipe
Ateliê Kênia Zabka, Kênia Zabka, São Paulo (SP)
Ler a transcrição completa →Teresa Barra
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De 1.600 para mais de 25 mil seguidores e clientes de fora da indicação
Tinha 1.600 seguidores e dependia de indicação para fechar clientes. Ajustou o posicionamento do perfil e passou a atrair o cliente certo pelo Instagram. Hoje soma mais de 25 mil seguidores, foi publicada em veículos no Brasil e no exterior, atende imóveis de mais de 300 m² e ampliou a equipe.
Quero meu Plano de CrescimentoVamos começar a gravação com a dona Teresa. Gente, Teresa Barra Arquitetura está famosa. Ela estava me contando antes da gente começar aqui que as pessoas, os amigos dela estão conversando sobre ela no trabalho e as pessoas estão conhecendo o trabalho dela. Ela é exagero. — Ela tá Não, para de ser exagero. Gente, hoje a gente vai contar um pouco da história dela, mas que que vocês precisam conhecer que dona Teresa saiu de 16 seguidores para quase 13 no presente momento. Não foi? Não tá assim. Corretíssimo. — E inclusive coisa que ela é porque ela é muito modesta, tá gente? Então eu vou elevar o passo dela aqui porque ela é modesta, então eu tenho que fazer isso por ela, já que ela não está fazendo porque a tem não pode ir com a falsa modéstia não, porque a é criativa, tá no bom da É porque aqui aqui em Vitória as pessoas falam mas alguém pode ver isso mal. Mas é bom, bom é uma boa característica aqui, tá gente? É, é, é intimidade aqui que a gente tem. Mas qual que foi o ponto, Teresa? A gente começou no Instagram, ela voou no Instagram, tá voando no Instagram, cresceu muito o perfil dela. Ela teve gente procurando ela fora do país, a pessoa, a galera repostando, ela recebendo mensagem de arquiteto de fora do país. Revista, né, Dona Teresa, que a gente teve a L procurando ela, a L do Reino Unido. Gente, essa revista é chiquérme. Poderosérna, Ana Fazano, que eu sou ai, amo, acho ela maravilhosa. Cela seribé assim, um monte de gente famosa, porque ela foi literalmente vista no Instagram, porque os projetos delas são super autorais. E é sobre isso que a gente vai conversar aqui hoje, né? Não só sobre as metas que a gente desenhou pro escritório, mas que que eu vejo que agrega muito valor, trazer um pouco, Teresa, pra gente contar pro pessoal como que a gente conseguiu, né, associar o que você já tinha de muito poderoso, que é a questão da sua autoralidade, o seu viés de artista, que é muito forte, a gente sempre falou sobre isso, com o que a gente desenvolveu aqui na mentoria. Vamos falar sobre isso um pouco. Então, assim, me conta como que você, além de se apresentar, me conta como que começou ali, que que te motivou a buscar a mentoria, como que você tava antes, o que que você sente que mudou. Conta aqui pro pessoal. — Bom, vou contar primeira coisa, vou colocar minha minha modestia em jogo, dizer que esses nomes todos curtiram publicações minhas e não são os meus clientes, não. Ainda sempre tem um trabalho longo pela frente ainda. A, vão ser, vão ser. Você tem potencial para isso. — Bom, mas vamos lá. Eh, enfim, eu tenho a linha criativa mesmo, é do eu sou assim, mas eu também me travo muito fácil com as coisas práticas da vida, né? parece que o o criativo às vezes ele tá em desequilíbrio com execução eh eh do que precisa ser feito. Então, eu cheguei pra Jéssica com os meus 1600 seguidores Instagram, com preguiça de usar o Instagram, mas ao mesmo tempo com a consciência de que eu precisava jogar esses projetos no mundo, porque eu não posso ficar refém da indicação de coisas, né, de uma linha criativa extremamente autoral, que na indicação isso fica muito travado. Eu tinha essa consciência, mas eu tinha ali algumas travas de exposição de de botar para jogo no Instagram, de achar que eu vou, como é que eu vou dizer, eu vou vou vou ficar igual a maioria ali tentando me vender no Instagram. Eu tinha alguns bloqueios com isso. A Jéssica me mostrou que não precisava ser assim, que a gente podia usar estratégias e fazer diferente. E eu fui com vários pés atrás, nem arrumei muita coisa, nada. Eu coloquei a ali para rodar e funcionou. e funcionou. Isso me animou, isso aumentou a minha quantidade de seguidores, aumentou, posso dizer até que aumentou a autoestima, porque eu tive muito, muito feedback positivo assim de de gente do Instagram, né? Enfim, a a procurando para trocar uma ideia, né? A a alguns reposts internacionais e gente, outros arquitetados falando: "Nossa, que legal, curto muito seu estilo". Então, assim, eh, e isso, isso dá um ânimo na gente, né? Então, hoje eu tô feliz com isso, feliz com esse novo caminho que foi aberto. Tô vendo, constatei que se eu ficasse refém a indicação, eu poderia me complicar. Então, hoje para mim faz todo sentido investir nesse nesse caminho, né, de divulgação, de Instagram, enfim. E hoje eu me sinto um pouco mais madura no sentido de profissionalizar um pouco as etapas. aquilo que eu falei, né, como criatividade aqui, eu tenho certeza que eu entrego tudo, mas na hora de de executar eh eu tenho muita dificuldade. Então, acho que mentoria a gente nunca aproveita tudo. Acho que isso é muito difícil, mas eu tenho certeza de que se a gente aproveita 10%, isso já vale tudo. Então, foi o caso, né? Eh, eh, só de de da Jéssica ter me ajudado a entender um pouco a ferramenta do Instagram e desmistificado, que para mim eram coisas muito complicadas, vou até abrir aqui que já pagou a mentoria. Então, assim, só isso já valeu muito e me organizou mentalmente em etapas. A Jéssica é o oposto do que eu sou. Então assim, é, eu, então é um bom equilíbrio. Então é um bom equilíbrio. Então ela me ela me traz um pouco pra realidade. Ainda tenho várias coisas para fazer, mas tipo, na minha cabeça mentalmente já organizou muita coisa que ficava aqui voando, né, desse desse dessa profissionalização das etapas de qualificação, de roteirização, de lidar com o cliente, né? Então isso isso foi muito positivo. — Sim. E sabe o que que eu vejo, Teresa, que é um bom ponto pra gente trazer? Que é assim, eh, eu sempre falei isso muito forte com você, né? De nada adianta a gente olhar para o Instagram e achar que só ele resolve, porque você faz projetos super autorais, projetos super autênticos, projetos lindos, não resolve, por São pessoas que não te conhecem. Então, como essas pessoas não te conhecem, elas vão vir pelo um desejo. Agora, se você no comercial não suprir a expectativa, vai ficar ponta solta. Então, a gente precisa plugar essas duas coisas. E foi o exercício que você acabou de trazer, né, de como que entrou a Jéssica nisso, de organizar suas informações, que é o quê? Tá bom, então eu entendo de fato, você nem apresentava proposta, né? Nem apresentava, fazia o pré-brief e enviava. E eu falei isso muito com você. Eu falei: "Olha, se a gente tá saindo da indicação, você indo pro Lead Frio, que é aquela galera que vem do Instagram, se você não olhar pro seu comercial e começar a fazer reunião de proposta, você vai botar o dinheiro, você vai se frustrar, porque você não vai ver resultado." Então a gente foi assim, foi literalmente começar do zero, porque até então não era feito e a gente construiu esse processo comercial do zero. E o que que isso foi muito legal de ver acompanhando você, né? que aí a gente conseguiu elevar muito essa questão do como que é o seu autoral para também falar assim, beleza, não é só o autoral, mas quando as pessoas chegam, porque gente, ela começou a fechar muita gente no Instagram e aí então veio gente legal também, então o marketing tava cumprindo seu propósito, mas na hora da venda ela também fechou. Esse que é o legal. Então assim, ela não só gerou oportunidade, igual é uma dor da maioria dos escritórios que faz só tráfego, né? Ela não só gerou oportunidade, ela gerou oportunidade, mas ela foi acompanhando com fechamento. Então a gente tinha colocado meta de faturamento, que depois ela falou: "Ah, não, mas é receita". Eu falei: "Tereesa, ah, mas esa aí, faturamento, a gente bateu meta assim, aí você riu e falou: "É, não bateu, é porque eu quero mais". Falei: "Gente, toda vez que a gente bate a meta, a gente quer mais. Isso é natural". Mas sim, batemos a nossa meta pensando no quê? Em lead frio, que é assim, pessoas que nunca tinham visto a Teresa na vida. Então, pessoas que procuraram ela fora da indicação, que conversaram com ela e sim fecharam a proposta e sim, pagaram o preço que os projetos dela merecem, porque tem isso, ela valoriza autoestima, mas só autoestima porque o pessoal tá alogiando não paga conta, né, Teresa? Isso, — paga a equipe que foi aumentando nesse meio tempo que você fez contratação, né, de assistente virtual, chamou mais estagiário, já tá pensando em contratar outra pessoa porque o escritório foi crescendo. Se a gente não olha para isso, a gente vai ficar só com o número de seguidor. E seguidor é aquela velha história, né? Seguidor não paga boleto, não é? Que tem — mesmo. — E assim, o que que você pensa, eh, principalmente, né? Quais foram os dois, as duas principais sacadas? E não precisa ser uma coisa que eu falei ou que aconteceu com você, nada assim, sabe, de nossa, virada de chave, não. Mas o que, quais foram os duas principais pontos que te pegaram a ponto de você falar assim: "Putz, eu não sabia isso e isso tá fazendo diferença aqui no meu escritório a ponto de eu ver que o resultado que eu queria aconteceu por causa desses ajustes que eu fiz. Que que você imagina que teria acontecido nesse cenário?" — Bom, um é processo de venda, — tá? que era um pouco solto, tipo assim, o cliente mandou mensagem: "Ah, que que eu vou responder agora? Vai depender do meu humor". Então, eh, profissionalização desse desse dessa parte de venda, né? Hoje a gente apresento todas as propostas e eu era super resistente a isso até eu ver que funciona. Eh, isso fez toda a diferença. E Instagram também foi um um trabalho de crianças limitantes, porque eu falei pra Jéssica que eu quero estar lá, mas eu não quero me expor. Então, tinha muitas questões de para estar lá dentro, eu preciso me expor e eu não queria isso. Então, tem formas certas de ser feito. Então, essas foram as duas grandes chaves, assim, foram foram as duas engrenagens que rodaram bastante e que não é não é que não funcionavam antes, é que eu não acreditava, né? Eu não tinha barreira com isso, precisou ser desconstruído, sabe? — E qual que é um ponto que eu acredito que seja bem interessante da gente falar aqui, que é uma das coisas que eu defendo muito no mercado de alto padrão, é a parte do posicionamento autoral. E eu falei algumas vezes já, né? Eu falei: "Olha, tô falando aqui com vocês, a Teresa tem muita autoralidade e tudo mais, só que é o que ela falou, ela não botava isso pro mundo." Então, todas as vezes que a gente se encontrava, eu sempre falava com ela assim: Teresa, eu atendo inúmeros arquitetos, eu não vejo as pessoas com o mesmo estilo de projeto de você. Foca naqueles projetos que realmente vão trazer a sua assinatura. E você até me trouxe realmente, Jésica, eu tenho uns projetos lá que estão no meu perfil que são antigos, que eu nem me identifico, que eu nem faria mais. Então, por que que eles estão lá e não os que você faria, né? E até então você falou: "Ah, porque eu não tô trabalhando tanto com o meu cliente ideal, ainda não tô em volume, né, para conseguir trabalhar essa questão de portfólio. E aí a gente, até isso, eu acho que a gente fez uma grande desconstrução, que foi assim, eu não preciso só ter aquele cliente bam bam bam ali para eu trabalhar a minha assinatura. Você começou a implementar a sua assinatura nos projetos de forma geral que chegaram no escritório." Por quê? Porque quando a gente ajustou o seu posicionamento autoral para trazer isso muito forte de assinatura, até os projetos que que não seriam tanto esses já chegaram dispostos a pagar mais caro porque eles queriam aquela aquela entrega que você tem a ponto da gente tá aqui. Gente, antes da gente começar, a gente estava fazendo uma análise de uma reunião de proposta dela que ela falou, a cliente falou para ela que ela fechou, inclusive, falou: "Nossa, eu te acompanho e eu queria assim, eu eu quero você". Ela já chegou falando: "Eu quero você". E essa frase, Teresa, "Eu quero você". É a melhor expressão do posicionamento autoral, que é o que quando você de fato gera muito desejo a ponto da pessoa, eu eu tô disposta a pagar porque eu quero você, eu quero a sua assinatura. Não se compara com outros escritórios, não tem aquele leilão de preço igual todos os arquitetos reclamam muito que vivem por aí no mercado, principalmente fazendo anúncio, né? Você sente que isso quando a gente bateu mais na tecla de segmentar a sua assinatura e bater muito, que teria que ser ela no seu Instagram, quando a gente ajustou isso, você sentiu que teve mudança no público chegando para você? Como que foi essa esse processo, sabe? — Olha, foi foi de uma forma tão orgânica que agora eu tô parando para refletir, né? O antes e o depois, mas hoje, qual que é o cenário hoje? Se chega até a gente um um uma indicação até de Instagram que tá incompatível com que a gente tem alegria e, né, e realização criativa, a gente declina. — Então, uma coisa que nunca acontecia era declinar cliente, né? não se declina cliente, não importa o que seja, hoje a gente declina cliente e e não é por nenhum motivo, a não ser tipo incompatibilidade criativa. Então, é verdade. Hoje eh meu posicionamento assim, não é que é do cliente de altíssimo padrão, a gente tem clientes com budgets muito dilatados e tem cliente do primeiro apartamento recém-casado e todos com com esse desejo de fazer algo diferente, fazer algo criativo, com esse desejo da autoralidade, a gente embarca nessa independente do budget. Então isso isso tá tá tá muito bem eh ah tá muito bem serido assim, tá muito bem enraizado aqui, né? A gente eh não dá o braço a torcer na na parte criativa. É isso que a gente tem para oferecer. O posicionamento é esse. E e quem quem gosta bem e se não se a gente não pode atender, eh, declina. E antes isso não acontecia. — E aí que é um ponto bem interessante, porque muita gente me procura querendo só casa de fazenda Boa Vista na Baronesa e tudo mais. E aí, que é o ponto, eh, pensando estatisticamente, você não vai ter volume nesse tipo de projeto, porque não tem volume disso, considerando o nível de arquiteto e tudo mais, de mercado mesmo, e as pessoas que compram esse tipo de casa. Existe a possibilidade? Sim, já trabalhei, tenho pessoas aqui que já atenderam fazendo a boa. Sim, não tô falando que não é possível, mas qual que é o ponto? O que que a gente fez, que eu tô trazendo aqui da da seu, né, Teresa? é a questão do desejo pela sua assinatura, porque aí independente do alto padrão, o que que é o alto padrão dentro da arquitetura é muito relativo, porque tem gente que vai achar que alto padrão é 1 milhão, tem gente que vai achar que alto padrão é 10 milhões para cima. Então aqui a gente não tá falando de valor de orçamento. A gente fala no alto padrão, pelo menos é o que eu defendo, é aquele que tá disposto a pagar porque ele quer você, porque ele valoriza o serviço de um arquiteto. Eu acredito que assim, durante esse tempo que a gente trabalhou, eh, ficou juntos, isso foi muito bem trabalhado, que a gente conseguiu trazer essa galera que realmente deseja a assinatura da Teresa, que igual você fez o Copan, né, 37 m², mas ela querendo você. Era um apartamento pequeno, mas ela queria, ela tá botando o que você sugere, igual você tava me contando dos azulejos, né, de mão e tal, ela tá botando esse esses azulejos porque ela acredita no seu serviço, ela sabe que o resultado vai ser coerente com aquilo que ela tá esperando. Então isso é muito legal e eu vejo muito que quem tem o viés da arquitetura da arquitetos de forma geral, mas tem mais tem uns que tem mais e outros menos. Você que tem, por exemplo, viés artístico muito forte, que isso é uma um valor muito importante para você, isso é o que eu consigo ver no seu olho, que brilha e traz essa questão do resgate de autoestima que você tava falando que aconteceu. Falei besteira ou faz — não é isso mesmo. — E esse é um ponto bem legal de de trazer. E assim, me fala uma coisa, geralmente eu gravo esses vídeos para contar um pouco da sua história, porque tem, né, a gente sabe que tem muitas histórias semelhantes, então as pessoas se identificarem, mas não só isso, às vezes pras pessoas ouvirem um pouco mais se elas estão na dúvida para querer saber como que a Jéssica trabalha aqui. E aí eu quero seu feedback, o que que você acredita que é o diferencial aqui do nosso trabalho, porque a gente, Jéssica, obviamente não trabalha sozinha, né? Então, que que você acredita que foi o diferencial de estar aqui com a gente? Que que de acompanhamento das outras mentorias que inclusive você já me contou que fez, que que você sentiu que foi de diferencial e para essas pessoas que estão na dúvida, o que que você deixaria de recado para elas? Bom, acho que o maior diferencial, sem dúvida, sem sombra de dúvidas, infinitamente, é esse esse contato muito próximo, essa disponibilidade de de tá sempre ali em contato contigo. Eu até eh não explorei isso tanto porque eu tenho eu tenho eu tenho esse medo de incomodar, mas assim, você sempre teve muito disponível, disposta ali para resolver, para conversar, independente de ser dia de mentoria ou horário de comercial ou não. Então isso daí é diferencial total, isso é diferencial absurdo assim dessas mentorias em grupo, né? Então é é um análise de de cada um individualmente. Isso isso, enfim, mil elogios quanto a essa parte, sem dúvida. Eh, agora me fala que é mais que você quer quer que quer procar eu estão em dúvida. O que que você deixaria de recado assim para ai não sei se é a Jéssica, não sei se vale a pena, não sei se é para mim, o que que você deixaria para essas pessoas? Até porque vou fazer um OBS, né? Você é interessante porque no seu caso você chegou aqui numa época de baixa de projeto, né? E aí eu falei muito com você, eu falei: "Você tem potencial, você tem muita coisa, se a gente ajustar as coisas vão dar bom". Aí você falava: "Nossa, mas eu nunca fiz Instagram, não sei, gente, ela tinha 1600 seguidores. Ela pensava muito que tinha essa questão de ter número, né, para ter resultado." Eu falei: "Confia, faz o que a gente tá falando aqui, que você vai ver as coisas acontecendo". Então, ela saiu ali de da enhaca que tava de, "Meu Deus, tô precisando captar, tô insegura, tá na baixa, tô dependendo de indicação." Tava num momento muito ruim, mesmo assim tomou a decisão de entrar. Então assim, é legal inclusive trazer essa essa visão, né, de que como que você o que que você deixaria para essas pessoas que às vezes estão com o mesmo medo que você, que ai meu Deus, será que eu faço isso agora? Será que não sei quê, será? O que que você fala para essas pessoas? — Não, eu tava num momento ruim mesmo, ruim mesmo, apertado assim, com as pior previsão de cenário possível. E eu entendi que ou eu ajo agora ou esse cenário vai ficar muito pior lá na frente. Então assim, eu encorajo todo mundo que tá na dúvida de tomar essa decisão a a fazer alguma coisa, porque na estagnação ninguém cresce. Isso para mim é muito claro. Não adianta ficar dois tr anos com o escrito fazendo a mesma coisa, porque não vai ter resultados diferentes. Isso para mim é muito claro. Então eu incentivo a a esse movimento, né? Seja mentoria, seja, enfim, movimenta, porque se ficar no na mesma situação, nada vai mudar. — Exato. Tem, — então tá com medo, vai com medo medo. A vida providencia, entendeu? A mentoria foi paga, a vida providenciou. É aquela coisa de fazer sua parte que você fez. Então assim, uma coisa que foi muito legal, que é legal também para trazer para as pessoas, porque senão as pessoas acham que é tudo, ai vou me comparar, né? Ah, é a Teresa, é a Teresa, eu não consigo. Que que foi um ponto interessante que eu bato muito na tecla aqui com o pessoal? Quando a gente entrou para fazer o anúncio, por mais que eu não seja uma agência, eu entendo para conseguir te ajudar, te dar auxílio. Agora até tem a Jose aqui e tudo mais, mas eu entendo para conseguir ajudar. E eu falava com a Teresa, o receio do investimento, né? Ai, eu tô numa época ruim, será que eu vou fazer o investimento agora? Ai, não posso, aí eu vou gastar. Tem que fazer uma mudança de chave que é igual você falou, se eu não pego e faço o investimento e aí que é o ponto, seja com a Jéssica ou com qualquer outra coisa, se você não fizer alguma coisa diferente e aí às vezes vai envolver o investimento, como é que você vai ter resultado diferente? Não tem como. E aí a Teresa fez, a gente fez até essas contas, assim, eu não vou abrir aqui agora porque eu sei que você não se sente confortável, mas assim, a gente fez as contas do quanto que ela botou e quanto que voltou. E cara, voltou e voltou muito bem. Ah, Jéssica, mas volta para todo mundo? Não, não volta para todo mundo. Isso é porque o posicionamento autoral da Teresa tava muito forte, por isso que você teve resultado muito rápido, tá? Isso aí eu já abro muito esses parênteses. Então, o que que eu estimulo cada vez mais é tem uma coisa que não consegue botar pro mundo, mas precisa trabalhar o posicionamento autoral. Ponto um. Ponto dois, investe também, vai fazer a diferença. Foi isso que a gente fez aqui com você, por isso que deu tão bom. E eu super vejo que a gente, antes da gente gravar aqui, a gente tava falando sobre os próximos passos do Teresa, fazendo isso aqui, cara, o Instagram dela, assim, a tendência é que ele só cresça cada vez mais, porque já tá crescendo com algumas coisas que a gente vai ajustar, precisa ser ajustado. Imagina na hora que ajustar, assim, vai ser ainda mais. Então, qual que é o ponto que a gente deixa aqui? É super possível, super dá. A gente precisa só tomar iniciativa. Então, peguem o exemplo da Teresa ali de tomar iniciativa, de fazer as coisas acontecerem, porque dá, é possível. — Eu nem romantizo muito as coisas, não. Você sabe que eu não romantizo, né? Inclusive, eu tento desromantizar, — mas eu comecei a investir no Instagram, acho que um mês, em um, sei lá, eu não sei, acho que em menos de um mês eu fechei um projeto que foi o valor da mentoria. Então eu tô eu tô abrindo isso para quê? Para encorajar todo mundo a fazer alguma coisa, porque assim, um movimento que eu fiz, o o investimento que eu fiz se pagou no primeiro eh eh projeto fechado Instagram. Então assim, esse movimento é necessário. — Sim. E às vezes ele se paga de diversas formas, né? Porque a gente tem que ter, igual a gente tem aqui muito forte a questão das metas, às vezes não é só a parte de investimento de Instagram, mas às vezes você tá com gente que você não consegue fechar. Aí com uma reunião que eu faço com você, eu te mostro como que você vai fechar. Você passa a fechar ou: "Ah, Jéssica, eu tô com um problema aqui que eu tô cobrando errado. Com um ajuste que a gente faz junto aqui, você paga seu mês porque você ajustou seu preço." Então assim, tem várias vertentes que o olhar de fora vai trazer uma diferenciação muito grande para você ver as coisas acontecendo. Mas isso é fruto da Jéssica também. A Jéssica é só um meio, mas o primeiro passo é sempre você tomar uma iniciativa. Isso é batata, porque eu uso isso para mim também. Sempre quando tem um olhar de fora, a gente às vezes consegue ver coisas que até então no dia a dia, na correria, né, essa coisa de apagar incêndio, a gente não olha. Então, ter alguém que vai te dar o direcionamento para trazer velocidade vai, é uma coisa que você conseguiria fazer sozinha. Sim, mas em quanto tempo aqui? — Eu também acho que eu acho que ninguém cresce sozinho, ser bem sincera. Ninguém cresce sozinho. — É, também tem isso. — Eu tenho eu tenho saltos de desenvolvimento e todos esses saltos foram vinculados a movimentos de mentor ou coisas que eu resolvi movimentar porque eu sozinha estaria lá em 2018 sem CNPJ ainda. — É, também tem isso. É porque assim, às vezes as pessoas conseguem fazer esses saltos ali, não necessariamente com uma mentoria. Mentoria, inclusive, é um movimento mais recente, mas é uma questão de iniciativa. Pronto. Então, o que a gente — entra no mesmo ponto aí que a questão da iniciativa. Beleza? Obrigada por compartilhar com a gente aqui seu estudo de caso. Vai inspirar outras pessoas. É legal a gente contar umas histórias, principalmente sem esse romantismo, porque inclusive é uma das coisas que eu não prego aqui, porque eu alinho muito bem as expectativas. Deu certo com a Teresa? Deu, porque ela fez a parte dela. Se vai dar certo com você, você tem que fazer sua parte também. Mas fazer, né, fazer é a mensagem que a gente deixa aqui hoje. Obrigada, viu? — Obrigada, Jéssica.
Recomeçou sozinha depois do fim da sociedade e montou equipe
Ateliê Kênia Zabka, Kênia Zabka, São Paulo (SP)
Ler a transcrição completa →Rotina, equipe e acompanhamento de obra organizados
Ciclo Arquitetura, Rafa Marques
Ler a transcrição completa →De 20 e poucos mil para R$ 80 a 100 mil de faturamento em um ano
NAE Arquitetura, Nayara Etinger, Santos (SP)
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