Luiza Leptich Arquitetura
Luiza Leptich
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Saiu dos R$ 20 mil parados e fatura igual ou mais com bem menos projetos
Estava estagnada nos R$ 20 mil por mês. Com as propostas ajustadas, passou a cobrar mais com segurança, ainda sem precisar de equipe. Hoje fatura igual ou mais do que antes, com bem menos projetos.
Quero meu Plano de CrescimentoA conversa, na íntegra.
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Seja muito bem-vinda, Lu. Fingindo que a gente não tava conversando, mas a gente já tava, inclusive, já contei para ela o que que a gente vai conversar aqui hoje, mas a principal chamada que eu quero deixar que é uma coisa que ela me falou logo no primeiro dia que a gente conversou, qual que foi? Arquiteta estagnada dos 20.000 por mês, sem saber como cresceu o escritório. Essa é a história da Lu, né, Luía? Seja muito bem-vinda. Se apresenta aí pro pessoal pra gente contar um pouco mais de como foi sua jornada aqui na mentoria, de uma arquiteta que chegou dizendo que tava insegura, sem saber muito bem como se posicionar com o cliente, tendo alguns problemas, alguns clientes meio problemáticos, como que lidar com a com essa situação. Mas não só isso, você tava querendo muita ajuda para fazer o a parte de crescimento do seu escritório, né? Porque você tinha muitos projetos, estava muito sobrecarregada e dentro do sobrecarregada você até pensou que contratar seria um uma solução. Pensou em sair, ela é professora, gente, do Senac. Pensou até em sair da do magistério ali de dar aula, porque achou que não ia ter solução, quando na verdade depois a gente conseguiu ajustar tudo, já deixando alguns spoilers, mas aproveitando, vai lá, se apresenta, conta quem é a Luía aí na na Fila do Pão, o escritório dela pro pessoal te conhecer, por favor. — Meu nome é Luía. Meu escritório é Luía. pela de arquitetura, bem [risadas] eh criativo. E eu tava no momento em que eu procurei a G, foi quando a gente sempre acha que a gente precisa de uma coisa, mas como a gente tá no meio do furacão, às vezes a gente não tem clareza daquilo que a gente eh realmente precisa, né? Então você tá ali, ai, tá tudo uma correria, preciso de gente para me ajudar, né? quando na verdade alguém de fora e no caso a Gé, né, vem tem uma visão profissional e um pouco e de fora mesmo, né, porque quando a gente tá dentro é um pouco mais difícil de enxergar as coisas de fora e uma visão profissional dos processos de uma empresa, né? Eh, e aí ela consegue mapear, né, de uma certa forma, a gente consegue fazer um mapa daquilo que realmente tá precisando. Ah, é contratar agora no olho do furacão, será que é isso, né? Então, porque como que você vai eh fazer gestão de alguém se você já não tem tempo para nada, né? Então, eu acho que então eu cheguei assim e aí as coisas com um objetivo na minha cabeça e esse objetivo foi mudando a cada reunião, claro, porque a gente foi tendo uma visão mais clara sobre tudo, né? Então, e uma coisa que assim eu sempre falo com, não só aqui na mentoria, mas até com os meus amigos arquitetos, é, a faculdade não ensina tudo. — Então, quando a gente quer ter nosso próprio escritório e a gente se depara, né, a gente vai ali engatinhando, pega, copia um contrato de um escritório que trabalhou, pega os arquivos padrão de outro escritório, pega uma planilha de outro escritório, a gente vai fazendo essa esse mix, né? Mas é quem é a gente no meio de tudo isso, né? Enfim, começa a ficar uma bagunça em algum momento, quando você quer crescer e fica estagnada, isso é essencial pra gente poder, né, eh, crescer. Eu tô falando isso hoje com muita clareza por conta da mentoria, obviamente, mas na época que eu cheguei eu não tinha essa clareza toda, né? Então, para mim era que que eu faço da minha vida, né? Era um pouco bagunçado assim, meio caótico. Então, essa é a Luía. Hoje eu ainda tô sozinha, não precisei contratar ninguém. Isso vai ficar agora pros próximos passos, que agora eu já comecei a organizar, né? Então, mas meu escritório tá aqui em pé, andando super bem. — Exato. Mas olha só, eh, a gente tem dois pontos importantes para para colocar em consideração quando a gente tá falando do seu escritório, que foi o seguinte, né? Um deles foi a situação que você trouxe que o seu faturamento às vezes ou ele dá igual ou até maior, mas com número bem menor de projeto. Então a gente já consegui ver uma mudança muito grande nessa parte de modelo de negócio. Por isso até que você ainda está sozinha, que foi uma das coisas que a gente falou, né? Tá, eu vou aumentar faturamento. Como que a gente faz para aumentar faturamento? Às vezes não precisa ser volume de projeto, considerando que você tem uma entrada ali do Senar que não era nem que, ah, você até considerou, né, Jéssica, saio, não saio, eu penso que é por causa de tempo, eu vivo apagando incêndio. Foi o que a gente tava falando até antes da gente começar a gravar, né, que você falou, Jéssica, que eu tô apagando incêndio mais. Então assim, como que foi essa essa virada de chave na sua cabeça no sentido de tá, por que que eu achei que eu precisava sair do Senac, fazer esse movimento de contratação? Como que tava a estrutura interna do seu escritório para te deixar nesse nesse sentimento? Sabe? E por que que e como que tá hoje, considerando essa questão do modelo de negócio que você me relatou de tá com menos projetos, mas ter conseguido manter o faturamento e às vezes até ultrapassar um pouco. — O que muda bastante, por exemplo, quando a gente tava, né, naquele caos, apagando incêndio e querendo sair do Senac, o que a gente pensa é: "Eu preciso de tempo, né? Então, e eu acho que em várias áreas da nossa vida a gente vive repetindo, né? Eu preciso de tempo, eu preciso de tempo, eu preciso de tempo. Mas eu acho que as pessoas deveram parar para pensar mais em organizar o tempo e as prioridades do que tentar fazer tudo ao mesmo tempo, né? Então, o que que precisa para agora? Eh, é o tempo mesmo que precisa organizar o tempo. Então, uma das primeiras coisas que você mostrou foi aquela rotina em box, né, que parece besteira, mas assim, quando eu comecei a quantificar as horas que eu gastava em cada etapa, é óbvio que eu ia continuar pagando o incêndio porque não cabia. né, numa rotina, não é porque a Luía não tava dando conta, porque realmente não cabia e eu, enfim, precisava colocar um alarme da uma às três eu vou fazer a planilha, entendeu? Acabou. E aí eu vou, né, eh, enfim, organizar meu tempo de projeto e prazos baseado nisso. Então, conforme eu fui organizando isso, isso foi gerando consequências lá na frente. Então, por exemplo, eh, do faturamento, né, de, sei lá, tava, eu não lembro exatamente com quantos, mas acho que eu tava com uns 10 clientes, enfim, na naquela época, né, um meio que atropelando o outro. Quando você organiza o tempo, você consegue ir finalizando, né, coisas para eh desafogar. Então você consegue ir encerrando assuntos e organizando melhor isso. E aí os novos que foram vindo, a gente começou a dar um valor maior, porque quando você organiza isso, uma uma coisa que eu falei para você que eu lembro era, eu acho que falta profissionalismo, não sei se você lembra disso, mas eu — eu sabia que eu era uma boa profissional, mas eu não conseguia passar isso porque eu me sentia tão desorganizada que parecia que o cliente tava vendo aquilo, né? Sabe quando você acha que você tá, né? eh, transparecendo e talvez tivesse, talvez eu tivesse escondendo bem, talvez não, não sei, né? Tava dando certo, mas assim, a sensação era que dentro, por pelo fato de dentro tá desorganizado, eu transparecia isso e não me sentia tão profissional. Então, quando você começa a organizar, você começa a se sentir mais segura e a segurança te traz uma autovalorização, vou chamar assim, né? você começa a se valorizar e aí você começa a se sentir segura para cobrar mais caro. E aí os novos que foram entrando com as propostas ajustadas, eles entraram redondinhos, com os prazos já certinhos, porque eu já sabia, tinha quantificado os tempos e sabia que não dava para fechar 10 e entregar os 10 juntos, né? Porque não ia fazer sentido nenhum. Então, quando você organiza o tempo, organiza as prioridades, vai encerrando, vai se sentindo segura dentro desse mapeamento, desse processo interno, vai se valorizando, né, criando até uma autoestima dentro do seu próprio trabalho, se sente segura para cobrar mais, então você consegue estabilizar num financeiro eh igual ou maior, com menos trabalho, né? Então isso aconteceu tanto que agora no fim do ano eu tô fechei esses novos, né, que eu comentei com a G agora que entraram alguns projetos e obras novas e eh eu tô tranquila, vou passar o ano novo tranquilo. — Exato. Poderia ficar uma semana fora que ia ter a sensação de que não tava — poderia poderia. É, entendeu? Então assim, e cobrei melhor para esses, né? Então para todos esses novos, eu peguei, né? da organização do tempo, enfim, do valor do prolabore, que também a gente entra aqui na na mentoria, né, enfim, nessa questão do valor das coisas e posicionamento. E e é isso aí. Eu acho que — e sabe o que que é engraçado, Lu, porque você falando assim: "Ah, eu porque eu sou desorganizada e tal". Gente, não, ela não é desorganizada, é por causa da cobrança interna que ela tem. Porque assim, o que que acontece? Eh, inclusive é até legal da gente falar sobre isso. Você já tinha planilha, você já tinha feito o curso, poxa, você já técnico, domina muito, você é professora, você ensina sobre isso. Então assim, não é que tinha uma desorganização, é porque ao meu ver era a sensação de que você precisava agrupar as coisas em caixinhas para trazer um fluxo de funcionamento. Porque justamente como era, como é ainda você sozinha e era naquele cenário de eu tô tocando tudo e não sei muito bem o que eu tô fazendo no sentido de simultaneidade, né? Tudo ao mesmo tempo, com muita demanda. — É, será que isso vai dar certo? Sabe? Você fala, será? Isso a longo prazo não funciona, não é sustentável. Preciso melhorar. Exato. Então, tipo assim, o que eu tenho é o que é muito claro do do seu cenário é tipo assim, não é uma pessoa que era desorganizada, apesar de est falando sobre, é uma pessoa que queria essa esse esse direcionamento, porque justamente já faz lançava a mão de curso, de planilha, de estudar sobre o assunto, de buscar diversas melhorias, mas ainda tava sentindo esse esse desafio para conseguir concatenar as informações e colocar isso para de fato rodar de uma forma que você sentisse confortável. Sabe? — É porque também eh uma coisa que você deu foram as ferramentas. Parece besta, mas eu nunca entrei no Google, eu coloquei mapeamento de processo que aplicativo usar. Eu não conhecia o Miro, entendeu? — Eu não conhecia o Niono, eu não conhecia. Então assim, tem, né, existem ferramentas que a gente pode usar que organizam, né, essa vida, do que pegar uma folha, uma cartolina escrevendo, enfim. Então, eh, — e parar para fazer, né, Lu, porque assim, você apticou de alguns finais de semanas nesse sentido, mas para justamente agora no final do ano você tá tranquila. No primeiro momento a gente fica muito nesse pensamento de, ah, mas eu tô sem tempo, aí eu vou ter que parar meu final de semana. Aí eu sempre falava isso com você, falava, cara, pensa que agora é uma concessão que você tá fazendo, mas para ganhar lá na frente. É um trabalho que você vai ter agora, mas construindo um futuro. Não é aquela coisa que você vai ter um trabalho recorrente de perder todos os seus finais de semana. O que parece estranho, mas que na verdade é o que vocês já costumam fazer, porque no momento que você tá só apagando incêndio, você acaba abticando todo final de semana quase, né? Tipo, você vive com cheio de demanda de projeto, então você tá sempre ali louca na correria. É, mesmo que eu não trabalhe fato no fim de semana, é a cabeça que fica, né? Porque você sabe que você precisa resolver. Então você não aproveita um fim de semana porque você sabe que segunda-feira vai ter cliente te ligando um monte ou até mandando mensagem no fim de semana. Graças a Deus eu tinha um WhatsApp já separado, então não havia nada. Mas só de você pensar, tão me mandando mensagem, né? Podem estar me mandando mensagem, eu já ficava preocupado. — Então isso é uma preocupação que eu não tenho mais. assim mesmo se o cliente achar vai falar: "Ah, tudo bem, eu vi sua mensagem na segunda-feira de manhã porque sábado eu não trabalho, entendeu?" [risadas] — Exatamente. — Nessa segurança, né? Exato. E assim, a gente falou de forma mais geral, mas assim, se a gente pudesse deixar de forma mais específica como que era a Luía antes e como que é a Luía hoje depois da mentoria, assim, que que mudou, não só no profissional, porque profissional você já até falou algumas coisas, se você quiser organizar melhor, até o que a gente falou, uma boa, mas assim, pra Luía em si também como profissional, tipo, o que que mudou na sua cabeça na visão geral do seu trabalho, sabe? Eu acho que eh primeiro que a gente entende eh até onde a gente consegue ir sozinho, né? Eh, qual é o meu limite de atuação? Por exemplo, quando eu perguntei para você da DRE financeiro, mas Jéssica, eu preciso saber sobre isso, né? Eh, eu realmente preciso? E aí você falou: "Precisa, porque isso é o básico, né? Porque você não precisa ser a contabilidade da sua empresa, enfim, não precisa ser essa pessoa que vai eh ver os resultados e as prospecções, né? aquela coisa, enfim, que os financeiros fazem que eu nem sei. Mas assim, você não precisa ser essa pessoa, mas para você conseguir trabalhar com uma pessoa, né, contratar uma pessoa que vai fazer isso para você, você precisa entender o básico para poder, enfim, conseguir deixar essa estrutura do financeiro, por exemplo, né, melhor assim, porque é isso, como que você vai eh contratar alguém se você não entende absolutamente nada, a pessoa vai fazer qualquer coisa, você não vai conseguir conferir. Então, eh, a Luía de antes não entendia e se cobrava muito do que da a da capacidade dela, né? Então, tanto organizacional quanto de atuação, assim, financeiro, comercial, vendas, né? eh, marketing. Então, eu acho que o que eu saí daqui foi, né, da mentoria, fora organizar todos os processos internos do escritório para eu me sentir mais profissional, foi ter essa clareza de ter as matérias que eu não tive na faculdade, né, de assim de dos blocos, né, então, tutoria de tal, tutoria de tal. Então, essas tutorias elas ensinam a gente pra gente ser mais administradora também e não só arquiteta, né? Então, hoje a Luía, ela é mais administradora, conseguiu pegar aquela bagunça com as ferramentas certas, organizar é as áreas da empresa, né, que são, sei lá, cinco áreas, vou chamar assim de é sei lá, — né? Eh, e agora ela se sente preparada, por exemplo, para contratar alguém, se ela quiser, porque ela tem o o processo mapeado, ela é mais profissional e ela sabe quais tarefas ela pode delegar, né? É uma das aulas também que a gente assistiu aqui que foi, você precisa saber quais são os papéis que aquela pessoa precisa desempenhar para saber o tipo de pessoa que você precisa contratar. Ela são coisas mais de secretaria, aí não precisa ser alguém estagiário, né? Enfim, o que que realmente a gente precisa. Então acho que esse limite de atuação foi muito importante, né? Até onde a gente chega e quando que a gente pode contratar alguém para crescer, né? Então para continuar aquilo de uma forma mais estruturada. Eu tô nesse ponto agora, né? Agora eu preciso continuar. Mas eu acho que essa essa linha, sabe assim? Sim, — o que você falou é uma coisa muito interessante, porque é uma dúvida muito recorrente. Eu mesma já tive isso com o meu próprio negócio, que é o seguinte, tá Jéssica, eu sou eu presa, né? Eu não tenho mais pessoas junto comigo. Penso até em contratar, mas ao mesmo tempo nem sei que que eu faço, porque como tem tanta coisa para fazer, eu conseguiria contratar tanta gente dentro do tanto de coisa que eu tenho que fazer, mas ao mesmo tempo eu não teria verba para, sabe, tipo, contratar todo mundo, não tenho verba contratar uma pessoa só, mas não vai resolver tudo. Então fico naquele limbo ali do que que eu faço agora para crescer o meu escritório da forma como eu tô buscando de forma organizada. E aí foi uma coisa que a gente falou, né, que você trouxe aqui agora, que eu sempre defendo. Eh, o conhecimento ele liberta, a ignorância aprisona. Então esse conhecimento não é para você ser expert em todas as áreas da sua empresa, igual você tem financeiro. É para você minimamente entender, para não acontecerem situações como nas quais eu já peguei várias aqui, que é o seguinte: pessoas que pagavam R$.500 R00 de BO financeiro, que a gente chama, tipo de uma empresa para fazer o financeiro ou de empresa de tráfego, de várias empresas nas quais você não conseguiria cobrar nenhum resultado porque você minimamente não entende o que a pessoa tá fazendo. Então é aquela velha máxima do delegar e delargar é literalmente você largar na mão de outra pessoa porque você não sabe nem o que que ela tá fazendo. Então assim, se vi resultado ótimo, né? Se vier resultado ótimo, você vai amar. Mas se não vier, como que você reclama? você só corta e aí você volta para um problema e não resolve o seu problema. Não, a partir do momento que minimamente você tem uma noção, você vai falar assim: "Ó, pera aí, por exemplo, no financeiro, você tá fazendo os lançamentos do financeiro aqui, mas a conta não tá fechando no final do mês. Como que eu resolvo esse problema?" "Ah, não consigo, pô. Então, não vou pagar R$.00 para você, sendo que eu não tenho eh perspectiva de estratégia." É o que a gente tende a fazer quando a gente tá num caos, entendeu? a gente tende a gastar dinheiro para tentar resolver o problema, mas na verdade a gente não tá resolvendo o problema. — Exato. Ainda mais tempo, né? Que aí é fácil. Aí falou assim: "Não, pera aí, vou pagar alguém para fazer. Quem nunca?" Todo mundo. Eu já fiz isso esse ano mesmo. Meu maior arrependimento foi uma dessas contratações aí que eu fiz lá deixa para fazer. Falei: "Cara, eu eu assim fiz cabeça quente, sabe?" Então, nesses, e olha aqui, mesmo entendendo, então assim, a gente tá propensa a escorregar do mesmo jeito. Então, mesmoa, mas pelo menos com mais consciência, pelo menos você sabe, tá tudo bem, eu sei os riscos disso aqui, entendeu? Você você para e olha para aquilo, entendeu? — Exato. E é isso que você precisa levar daqui pra frente, né, de todo esse cenário. É, agora eu tenho uma um conhecimento. Foi até o exemplo que a gente estava falando aqui agora a pouco sobre a contratação de janeiro que eu falei com você. Você falei, ó, já saiba disso aqui, porque se você entender isso aqui, você consegue barganhar. Conhecendo o mercado aqui, você já chega com outro poder de negociação, que isso vale inclusive para relacionamento com cliente, relacionamento com o fornecedor. Tudo isso vai te dando segurança paraa tomada de decisão. E aí a gente sabe que no momento que uma mulher se sente segura com o seu próprio negócio, a chance de crescimento ela é assim, ela é muito maior. — É exato, — né? Então, — então assim, me conta o que que você assim deixaria para as pessoas, porque esses vídeos, você sabe que a gente gosta, que eu gosto sempre de gravar, porque eu eu envio para as pessoas que são casos similares ao seu ou de outra pessoa para ela ver como que foi, até para ver se gera identificação e se não gera. E aí eu queria que você trouxesse uma visão mais pessoal da Jéssica, sabe? O que que é o diferencial da Jéssica para além da mentoria? Tipo, o que que você sentiu que foi diferente em mim? Inclusive, até para você fechar, porque você já tinha vindo de outros cursos e tudo mais, o que que você sentiu diferença assim dos cursos que você já tinha feito pra mentoria? Mas além disso, como que foi a gesta nesse processo? Como que você se sentiu nesse processo, sabe, como cliente paraas outras pessoas? E a mensagem que você deixaria para elas que estão pensando se fariam esse acompanhamento comigo ou não? inicialmente, quando eu não te conhecia, né, e eu até te falei que eu cheguei pela sua frases, né, que eu me identificava muito, então o seu marketing para mim tava bom. [risadas] E aí teve a nossa primeira reunião, né, em que você apeceu dominar um assunto. Aí eu lembro que na época eu até falei, Marina, como é que é minha irmã? Eu invisto nisso, invisto o que que eu faço, porque eu já tinha gastado, né, com um curso, só que nesse curso que eu tinha feito eram, sei lá, 100 meninas, uma mentoria, tipo, entendeu, uma bagunça. Eh, e o que a gente precisa é de uma coisa mais personalizada, né? Então, você não vai passar para mim a mesma coisa que você passou paraa Fernanda, a mesma coisa que você vai passar para, enfim, sei lá, os seus outros clientes, né? você vai entender o que a Luía precisa, tanto no pessoal, até um pouquinho, né? Porque também pega isso, né? Quanto no profissional, porque quando eu falei para você, ah, quero organizar as minhas amostras, tudo bem, tinha um lado profissional nisso, mas também era muito pessoal de me sentir organizada dentro do meu próprio escritório, né? Então, aí a gente foi lá, fez a planilha de amostras, depois isso deixou até de ser uma prioridade, né? porque eu vi que tinham outras coisas mais importantes e foi deixando um pouco de lado. Então você ajusta o fluxo. — Aham. — Né? Ah, Lu não tá conseguindo eh fazer isso agora. Então essa tarefa que eu te dei, vamos separar em 10 mini tarefas. Aí você começa por essa primeira, né? Então acho que isso é muito bom, porque quando a gente tá naquela no caus a gente aquilo que você falou, a gente pensa: "Putz, mais uma coisa para eu fazer, será que eu vou dar conta?", né? Então, tanto que no começo falava, Jéssica, mas tem um monte de vídeo no seu — member lá, tem um monte de coisa para assistir. Eh, e você falava assim: "Mas eu não mandei você assistir porque você tá preocupada." [risadas] Então, tem essa coisa de relaxa, tá tudo bem, né? Porque eu acho que quem tá nessa situação precisa ouvir isso e precisa ouvir que tá tudo bem e que vai ficar tudo bem claro que você vai ajudar no que a pessoa precisar, porque de fato vai. Então, né, e fazendo, você vai adequando ao que a pessoa vai te mostrando e também fazendo o seu papel de não só passar mão na cabeça, mas de falar: "Você precisa fazer isso, entendeu? Senão você não vai crescer". Então, até mesmo das daquelas os encontros que eu ouvia, né? A gente entra e ouve o finalzinho da anterior, né? Eu ouvi ela falando: "Não, mas Jéssica, eu vou fazer assim". Você fala: "Tá bom, faz, mas não vai dar certo". Então, assim, também tem uma franqueza, entendeu? Tipo, você é branca, fala tudo bem, pode fazer, mas assim, eh, isso não é a Jéssica que tá falando, né? Isso são estudos que mostram. Então, assim, essa base científica me conquista, né? Então, assim, eu sou muito mais do racional, é mais, né, das coisas. Então, e aí eu gosto disso em você, porque você é racional e você faz o checklist, tem as metas, adapta se precisável, o momento que a pessoa tá passando, tanto pessoal quanto profissional. Eh, tem aqui várias arquitetas que engravidam durante o processo, né, que eu já vi. Então assim, que que faz, né? Que que faz, né? Ajuda. Então acho que assim, eh, eu indico porque é isso, a Luía hoje tá mais feliz, apesar que eu tive meus atos e baixos que foram pessoais, é, — exatamente, não tenho o que fazer, mas isso se encaixa, né? Porque quando a empresa é só você, querendo ou não, reflete. Então, ela foi muito carinhosa, né? foi muito carinhosa nesse tempo. A gente conversou até das nossas vidas, né, enfim, pessoais, enfim. Então, acho que isso ajuda muito, esse [limpando a garganta] abraço interno, sabe, de tá, a gente tá junto com você e você vai conseguir fazer. Eh, claro, fazendo certo, tem que fazer. Não adianta, ah, alguém vai fazer para mim, não, não vai. A Jéssica não vai fazer nada por você, mas ela vai fazer com você. É isso que a gente precisa, né? Exatamente. E é legal, gente, porque ela já falou tanta coisa, já até educando o público que assiste, que é assim, tá aqui, [risadas] exato, Jésica tá aqui, tá, tá por você, tá, mas se você não executar, meu amor, ninguém vai fazer por você, não adianta. Então você tem que fazer a sua parte porque se é 100% de relação, 50, sabe? Então, se a sua parte não for feita, não adianta. E você, Lu, fez muito bem a sua parte. Por isso que você colheu os resultados dentro do seu tempo, dentro da sua, dos seus próprios objetivos. Saber que você me dá, assim, você me dando esse feedback, né, de poxa, eu queria me profissionalizar, eu queria crescer. Crescimento, é o que eu sempre falo, crescimento pode ser tão intangível para umas pessoas, mas ao mesmo tempo ser tão diverso para outras pessoas no seguinte sentido. Uns querem escalar e ter um escritório com um monte de gente, outros querem o crescimento, que é o quê? Poxa, eu quero ter meu recesso, sabe? Isso é crescimento paraa Luía, sabe? Não é porque eu tenho que fazer em determinado momento. Eu achei que era contratar, como foi o seu caso, mas depois eu percebi que minha prioridade não era essa, que minha prioridade era eu ficar bem comigo mesma, ter tempo para fazer minhas coisas, as minhas contas estarem bem, eu me senti tranquila, independente financeiramente. Tranquila e financeiramente conquistei isso, sim, eu tô sentindo que eu tô crescendo. E a gente conseguir trazer, sabe, o que é isso pra Lu, mas o que é isso para cada um, porque cada jornada é única. Por isso que a gente trabalha com personalização. — É, não tem como entrar pensando, ai vou tô entrando, entrei na mentoria ganhando 10, daqui a pouco eu quero estar ganhando 100. — Uhum. — Não é assim, — porque nesse processo é é o que dizem, a vida tá no processo e não no final. — Então assim, porque nesse processo você vai descobrindo várias coisas. — Então não é não é tão branco no preto, né, de chegar lá, enfim, uma linha reta, né? É uma linha que você vai descobrindo o que você tem que fazer. Aí vem a Jéssica, dá, né? Coloca aquela sementinha também que você coloca sementinhas na gente, né? Dá um desespero em algumas horas, é normal, mas você fala: "Meu Deus, como eu vou fazer isso? Eu nunca fiz isso. Eu dei Instagram do socorro". Mas aí ela mostra exemplos, ela mostra o dela, ela fala para você falar com pessoas que já fizeram, né? Então isso também é muito importante, porque você não se sente sozinha, porque principalmente quem trabalha sozinha sente muito sozinha pra tomada de decisão. — Sim. E quando tem alguém que olha de fora e fala: "Pode fazer isso, né? Tá dentro, encaixa no seu financeiro. Você fez certo, você se sente mais segura também. — Sim, exato. Então assim, muito obrigada pela nossa jornada juntos. Foi incrível. Não termina. Você sabe que depois que vocês entram aqui vocês não terminam comigo porque eu não abro mão do que a gente cria vínculos aqui. Mas assim, e são vínculos saudáveis, tá? Sem relacionamento abusivo. [risadas] São vínculos saudáveis. É porque realmente você sabe que eu pode contar comigo pro que você preciser. — Que a gente iniciou um relacionamento, foi uma fase que a gente esteve juntas mais próximas, mas não significa que nosso relacionamento findou por conta disso. Então assim, — muitas muitos louros ainda serão colhidos na sua trajetória. Eu não tenho dúvida disso, porque você é super executora, super dedicada e uma profissional extremamente competente no que você faz. Então assim, é só o começo, pode ter certeza disso, viu? Obrigada aí pelo seu feedback aqui para outras pessoas conseguirem ouvir um pouco da sua jornada e se inspirarem com ela também até para tomar alguma ação. Tá bom? — Sim. Tá bom.
Outros estudos de caso
Em 3 meses, o mesmo faturamento de 6 meses do ano anterior, com menos clientes
Tuca Arquitetura, Duda e Carol, Santos (SP)
Ler a transcrição completa →De projetos de R$ 4 mil para o triplo do valor
Alinhar Arquitetura, Bruna e Priscila
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