Elas Resolvem
Estudo de caso

Tuca Arquitetura

Duda e Carol · Santos (SP)

Publicado em

Em 3 meses, o mesmo faturamento de 6 meses do ano anterior, com menos clientes

As sócias viviam de indicação e tinham insegurança para cobrar. Ajustaram preço, produto e rotina do escritório. Em 3 meses faturaram o que antes levava 6, atendendo menos clientes.

Quero meu Plano de Crescimento

A conversa, na íntegra.

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Bom dia, boa tarde, boa noite para quem está assistindo a gente. Hoje eu estou aqui, tá só o nome da Duda, mas com Duda e Carol do Tuca Arquitetura. As minhas são de Santos, elas já vão se apresentar. Mas a primeira coisa que eu quero trazer é até para prender a atenção de vocês, o escritório de Santos que simplesmente faturou a mesma coisa que seis meses do ano passado em três meses com menos cliente. Esse é o modelo de negócio de menos projetos, projetos melhores, projetos mais lucrativos. Então vamos ouvir a história de hoje, a história do tuco arquitetura. Bom dia, meninas, sejam bem-vindas. Me contem um pouquinho como pessoal, se apresentem pra galera quem é a Duda, quem é a Carol e quem que é o que que é o Tuca Arquitetura. Conta um pouco mais pra gente. — Quer começar? [limpando a garganta] — Bom, a gente é aqui de Santos, né? Somos um escritório daqui. A gente estudou junta na faculdade há mais ou menos 10 anos atrás e aí começamos o escritório eh h oito, né? 8 anos. Anos. É, a gente se formou há 10 anos atrás e aí com 8 anos a gente começou o escritório. E o nosso grande problema aqui, né, o que a gente começou a ver é que a gente é muito focada no criativo, né? Nós somos pessoas muito criativas, a gente ama trabalhar com isso. Então, a gente deixava de lado a parte do da administração ali, né, na gestão. E foi por isso que a gente foi procurar, né, eh, ajuda, porque a gente tava vendo que tinha muito trabalho, a gente trabalhava muito, muito cliente e não via retorno disso. Então, aí a gente começou a ver que talvez o problema fosse na precificação, eh, problema de clientes que não eram os clientes certos pra gente. Então a gente foi fazer esse mapeamento aí e encontramos a Jéssica para ajudar. — Pois é, gente. Elas vi acaba que o Santos é igual Vitória, cidade está relativamente pequena, vieram conhecendo Janaiara, né? E aí veio um monte de gente de Santos, o Tuca também. Então assim, já veio a galera de Santos, todo mundo se conhece, elas já são muito conhecidas também aí na região. E sabe uma coisa que eu lembro muito quando vocês chegaram aqui, pessoal, foi que vocês estavam nessa coisa de, pô, a gente tá trabalhando, vive fazendo um monte de coisa, tá cheio de projeto e ao mesmo tempo parece que o dinheiro não sobra. Tem a sensação de que é do financeiro. Vocês achavam que vocês estavam com problema só de financeiro, né? E aí a gente foi revendo essa questão do modelo de negócio. Então conta um pouquinho do que que a gente fez, do que que vocês sentiram de mudança para terem me dado esse feedback até de que nossa, Jésica, seis meses do ano passado foi equivalente aos três primeiros meses, ainda que a gente não tinha nem entrado tanto em anúncio, né? Ainda era de indicação, mas pelos ajustes que a gente fez de, principalmente de precificação e da questão do público, então assim, mínimo de projeto que vocês colocaram, né? tipo, a gente pode fazer projeto pequeno, mas não cobra menos do que tanto. Essas mudanças que a gente foi fazendo, conta um pouquinho mais como que foi isso para vocês, quando que vocês se tocaram que isso estava acontecendo, né, e como que isso mudou na dinâmica interna do escritório. — Eh, eu acredito que o que mais mudou aqui no começo de tudo foi a organização. Então, quando a gente conseguiu ver eh o quanto de projeto a gente tinha, o quanto de horas que a gente levaria e o quanto aquilo tava custando e e entrando no escritório, a gente conseguiu ter esse mapeamento. Eu eu acho muito interessante essa forma de sair um pouquinho, olhar o todo e foi isso que a gente fez e já conseguiu clarear muita coisa aqui, só sabendo os nossos gargalos. Então, a gente identificou muita coisa já nessa hora e aí na hora que ajustou preço, produto, eh, as coisas entraram mais redondas, então o cliente já entrava em um produto específico e a gente sabia o quanto tempo ele ia levar nosso, o quanto, né, assim, quanto deveria levar, né? Então, esses ajustes que foram feitos, assim, simples, né? não são fáceis, mas são simples de ajustar. Já fizeram uma diferença enorme até pra gente conseguir identificar que a gente tinha batido a nossa meta eh dentro desse tempo. Então, só por isso assim, eu já diria que vale muito eh olhar pro escritório com essa forma estratégica, assim, as formas da Jéssica de blocos, né, que a gente chama. Então, só por isso já valeu muito, já ajustou muita coisa. Isso sem contar com o a parte de anúncio, a parte de eh nessa nesse investimento de publicidade, né? Isso só no orgânico. — Isso. E aí até um ponto legal, bom para pegar o gancho, né? Vocês já tinham, já tem renome, tinham também na tanto no perfil que você já tinha um perfil grande, já tinham saído em várias revistas, em Santos mesmo, as pessoas já conhecem muito tur arquitetura, só que vocês ainda viviam muito com a questão da indicação e tavam naquele limbo de querer cobrar o valor que de fato o projeto merece, né? mas estavam inseguras com relação a isso, porque já tinham tentado, salvo engano, fazer um movimento desse e tinham parado de fechar. E aí tavam nessa, tipo, tá, a gente sabe que dá para cobrar mais, mas a gente não tá conseguindo e a gente tá muito ainda refém de projetos que chegam a partir de indicação, que não necessariamente são o nosso cliente ideal, aquele público que a gente quer buscar. E a gente fez um trabalho bem forte com relação a isso, porque vocês almejavam muito isso e foi um dos frutos até da gente ver essa questão do modelo, né, de de fechar outros projetos, ainda que menores, mas com os que fossem de fato lucrativos. Que que vocês sentiram dessa movimentação que a gente fez? E vamos pensar, galera, de uma forma mais ampla assim, não só de a dos anúncios que a gente eventualmente fez, mas da assinatura, que foi uma coisa muito forte que a gente trabalhou, né, de como que a gente ia pegar os dois nomes, definir definir mboard, que eu estou vendo e as pessoas vão ver daqui a pouco também que os projetos já estão inclusive bem diferentes e bem a carinha de vocês, né, do escritório, na verdade, que não necessariamente é a cara de vocês, é a cara do escritório. Então conta pra gente o que que vocês assim perceberam nessa mudança do do da dor que vocês estavam vivendo, né? Dor/ejo e de como que isso foi transformado, de como que isso tá hoje, sabe? — Uhum. — Sim. — É, na verdade, você fez um trabalho ali, foi difícil, porque a gente nunca, a gente faz as coisas com tanta naturalidade que eu acho que é difícil a gente se encaixar ali no, igual você tá falando na assinatura. Mas aí a gente começou a perceber, né, conversando com você e focar mais nos projetos que a gente tinha com a nossa cara, tentar voltar, né, tudo que a gente faz focando nisso e também isso fez a gente ficar mais segura para vender o produto também. Então, hoje quando a gente faz a reunião, eh, como a gente, eu acho que deu essa clareza, né, do que a gente entrega do nosso modelo de, né, de projeto da assinatura, a gente consegue também passar isso pro cliente de forma mais segura. E aí converte, eu acho que tem essa diferença também. Hoje a gente, né, a gente conversou, treinou isso com você, de passar o que a gente vende de forma que o cliente se encante, não feche por preço, ele fecha porque ele gostou muito do que ele viu. Então, lógico que não é fácil, né? a quantidade diminui porque eu acho que é uma triagem que você faz ali na hora da apresentação. Então quem fecha realmente é quem tá muito interessado. Então isso depois acaba ficando mais fácil de você tratar com aquele cliente porque ele tá fechando, porque ele realmente gosta muito do trabalho. E aí é muito melhor porque agora realmente a gente fecha menos projetos, então dá para também dar mais atenção, né? Então é é um eh gerenciamento de obra. a gente tá cobrando também agora de forma eh correta. Então é uma coisa leva a outra, né? É um processo, é pouco tempo, 3s meses, mas agora é só ir implantando, né? E sempre tendo essa troca com você. — Exato. E é aquela coisa, né? Estrutura de casa, a gente sobe pilar, a gente pode reformar a casa inteira, mas tem aquela estrutura ali base que vai manter a casa de pé. Essa é a nossa intenção. Então, todo programa que a gente faz aqui é de estruturação. A gente vai pegar, vão ter coisas a a arrumarem, óbvio, porque é a escada do crescimento. Só que dentro disso a gente conseguiu ter metas claras e trabalhar muito em cima disso. Só que aqui me conta uma coisa, como é que os clientes que estão ouvindo de anúncio já chegam falando do escritório, já estão mais alinhados? Que que foi, qual foi o de feedback de uma reunião que eu assisti de dona Carol? O cliente falou o quê? Meu Deus, qual aquela do cliente lá de São Paulo que ele falou alguma coisa, falou assim: "Não, a gente procurou vocês porque a gente ficou encantado". Não foi teve, não foi uma só, não. Foram duas reuniões, — não é? Geralmente teve a última também. — Teve a última também. Eh, assim, eh, tem vindo muito isso e até acrescentando, né, a fala da Duda, é isso, evita muita essa frustração das vezes o cliente buscar algo que ele não sabe o que é, mas ele eh também não sabe, ele sabe o que ele não quer, né? E, e eu acho muito legal esse, esse alinhamento de comunicação, porque acaba que os clientes que vem eh entram em contato pela gente, pelo anúncio e tudo, eles já vêm com aquela visão de que do que eles querem, de um projeto com aquela carinha, com aquela carinha tuca, realmente, né? E e eu a gente já teve alguns, um que eu gravei paraa Jéssica, mas tiveram umas agora nessa semana que passou que falaram que gostariam de um projeto com a com a cara do escritório e não que o a cara do escritório alinhava muito com a expectativa dela pro apartamento. É, e aí foi muito interessante até uma cliente que veio presencialmente aqui, ela falou que o nosso projeto era uma sensação muito de felicidade, de leveza, uma coisa desse sentido. E eu achei interessante que a cliente já veio com esse com essa visão, nossa, eu não precisei apresentar o escritório, ela veio já brifada, né, vamos dizer assim. E a fofoca, gente, do bastidor, é porque tudo isso que ela tá falando, a gente sentou e fez reunião pensando em cada ponto desse que hoje as pessoas estão chegando falando. Então assim, é o bendito do posicionamento autoral que eu bato muito na tecla, aplicado na prática, no caso real delas aqui para vocês verem que de fato funciona. E é um desejo muito grande, tá tendo uma uma discussão muito grande dentro da arquitetura de que ah, o estilo é o do escritório ou o estilo é o do cliente, né? O que que eu defendo no é no seguinte sentido, ainda que você pegue e vai fazer um contemporâneo, um brutalismo, assim, estilo, pouco importa, mas sempre vai ter a essência do que vocês aplicam. Eu usei outro dia até analogia do chefe, né? Um chefe. Eu eu gosto muito de assistir vídeo do YouTube com chefes de cozinha e aí eles pegam e fala: "Ah, o chefe da cozinha oriental tal vai fazer um miojo". Sim, ele vai dar o toque oriental dele. Ah, o outro ele é tem um restaurante de fato italiano de massa. Ele vai dar um toque para aquilo. Ele vai fazer um miojo a carbonara. Então é igual com vocês, sabe? É tipo, tá? Ainda que vai variar nos estilos, ainda que o cliente peça coisas específicas, tem coisas que vocês vão dar o toque de vocês, porque caso contrário ele não não buscaria vocês. Então essa é desmistificar um pouco desse mito que tá acontecendo ali dentro da arquitetura de que ai tem que ser o estilo do cliente, tal, o que que ele tá buscando. É dentro disso. E isso vocês estão conseguindo fazer com louvor, né? E olha só, me conta uma coisa, quem assiste geralmente aqui é porque tá querendo saber um pouco mais sobre como funciona o trabalho e já tá descobrindo aqui com casos reais. Mas o que que eu quero perguntar para vocês, que que vocês sentiram que foi de diferencial do nosso trabalho aqui, sabe? Que que vocês perceberam que de fato trouxe uma uma aplicabilidade que vocês conseguiram ver que, nossa, é isso, eu gostei desse ponto aqui de trabalho que tá sendo feito com a Jéssica. O que que vocês teriam para dar de feedback nesse sentido? — Eh, nossa, muita coisa. Vamos lá, vamos — organizar, mas é o primeiro é a gente tava perdida, né? Eu acho que você precisa ter essa consciência também assim de eu preciso de uma ajuda profissional porque às vezes a gente não tem ali muito norte. Então você conseguiu eh dar esse auxílio, né, em todos os pontos. Eu acho isso é importante, igual você falou da estrutura. Então, a gente conversou sobre o financeiro, a gente conversou sobre eh posicionamento, sobre a internet, que no final é muito importante. Eh, então você sempre é muito sincera, ó, o Instagram de vocês precisa melhorar isso, isso, o que que vocês acham, como que, eh, tá tendo de troca. Então eu acho que isso é importante, essa conversa direta que a gente tem, porque a gente tem o grupo, então você tá sempre ali, eh, tem alguma coisa interessante, você manda. Então é uma troca todos os dias, então não deixa a gente relaxar. A gente tá todo dia pensando eh no que postar, né, no stories. Então é um posicionamento mesmo. Aí o custos, né, planilha, eh nossa, é tudo é uma é uma — a parte chata também, né, Duda? Tem — psicologia, né? É uma terapia aqui, — uma terapia. — Como vocês se enxergam o estilo de vocês? — É isso. — É muito importante. Eu acho que uma coisa mais leve também, eu acho que não é uma coisa que a gente se sente cobrada o tempo todo, é uma conversa muito legal, né? Uma troca. Então eu acho que essa parte é a principal, é você conseguir fazer aquilo sem tá travada também, né? É, é, eu acrescentaria que é isso, é o alinhamento global, mas é aquela coisa de não ser engessada, porque de fato eh você precisa saber como que a gente vai conseguir funcionar, porque além de tá com esse, fazendo esse trabalho por trás, a gente tá trabalhando de fato. Então, as coisas acontecem de forma simultânea e como que a gente consegue juntar uma coisa eh com a outra, né, no dia a dia. e essa sutileza de, tá, a gente tá fazendo um roteiro aqui de vendas, mas a gente também tá empregando alguma coisa muito importante no mesmo tempo. Então tem que se dividir um pouco e se dedicar nesse nesses dois aspectos, porque isso é uma realidade que a gente tem que carregar pra nossa vida, né? — Exato. E aqui aí pra gente finalizar assim, se a gente olhasse pras duas, pras sócias, né, Carol e Duda, o que que mudou para vocês como pessoa nesse trabalho que a gente fez, sabe? pessoa/ra profissional, né? Mas para vocês trazerem a questão mais individual de cada uma das duas, ainda que seja com a visão do escritório, mas que que vocês sentem que teve de percepção diferente acerca de vocês no trabalho? — Ah, eu sinto assim pessoalmente o pensamento estratégico, porque é isso é uma coisa que o criativo ele a gente deixa, né? Ah, estamos criando e essa é a nossa vida constante. O pensamento estratégico para mim ele ajudou muito no sentido de que o que esperar desses meses a seguir, o que esperar desse ano, assim, coisas que parecem óbvias, a gente até pensava, mas não como eh como preto no branco aqui, como planilha ou como nesse sentido de programar até postagem, programar projetos, programar o que programar. A gente não tinha, eu pessoalmente não tinha esse pensamento estratégico de longo prazo. A gente só tinha um pensamento de desejos a longo prazo, mas nada que a gente soubesse que como eh manejar, né? — É o desejo sem ter como executar, né? Tipo, só o desejo. Ah, eu quero isso, mas hum, como que eu vou fazer isso na prática? Só sabe o que? Não, o como. Eu sempre falo isso. Vocês vêm para mim sempre sabendo o quê? O como que é o trabalho que a gente faz aqui junto. E você, Duda? É, é um, isso é um processo diário, tá? A gente tá, eu acho que não tem milagre assim, né? Eu acho que é cada dia a gente vai criando mais segurança. Acho que a palavra é essa. Eu acho que é segurança. A gente vai criando uma confiança mesmo em nós, porque como você é uma pessoa de fora que entrou na nossa conversa, a gente acaba, né, entendendo coisas que a gente não entendia entre nós. Então, — segurança no nosso trabalho, eh, então isso cria autoridade pra gente falar sobre ele, eh, segurança na nas etapas, segurança no dia a dia mesmo. Então acho que essa a parte principal que vai sendo construído ao longo do tempo, mas eu acho que o principal é isso, é criar segurança. Arrasaram. Muito obrigada pelo feedback de vocês. Eu tenho certeza que vai ajudar muitas outras pessoas que têm histórias muito parecidas. Vocês têm uma história linda que eu sou muito grata de fazer parte, tá? Então sempre falo isso aqui, deixo verbalizado para vocês que é mútuo essa admiração, porque todo mundo que a gente trabalha, a gente cria um vínculo e torce. Eu sempre brinco assim, tirando familiar, eu sou a primeira que tá na fila ali na torcida por todo mundo que passa aqui, porque realmente eu entro de cabeça com vocês. E de fato o que você falou, Duda, é a mais pra verdade. Até porque eu particularmente acredito que se a gente parar de crescer, pelo amor de Deus, tem alguma coisa errada aí é tipo para o escritório, vai trabalhar para alguém porque tem alguma coisa errada, a gente sempre vai estar crescendo. A questão é que uma vez que a gente vê, não tem como desver. Então, agora que vocês começaram, vocês já sabem que vão ter outros passos, outras escadinhas ali para vocês irem subindo os degraus, porque é uma jornada constante. E eu brinco que empreender é aquela sensação de que tá sempre enxugando o gelo, mas no bom sentido é que sempre vão ter coisas pra gente aprender e nunca adianta você vai, ah, vou resolver minha vida que não é assim que funciona. Cada nível que a gente sobe, vão ter dificuldades e desejos e desafios, etc. É tudo diferente e é assim com vocês, é assim comigo e vai ser assim com todo mundo que tá aqui. Obrigada, viu, gente, pela pela contribuição aqui de vocês. — Obrigada você. — Obrigada a você. Deixa eu pausar.

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