Elas Resolvem
Estudo de caso

NAE Arquitetura

Nayara Etinger · Santos (SP)

Publicado em

De 20 e poucos mil para R$ 80 a 100 mil de faturamento em um ano

Antes, vivia do desespero de saber de onde viria o próximo cliente. Organizou a captação pelo Instagram e passou a apresentar proposta em reunião, em vez de só mandar por mensagem. Hoje o faturamento dobrou e o escritório está, nas palavras dela, 100% organizado.

Quero meu Plano de Crescimento

A conversa, na íntegra.

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Nai, tô tão feliz você tá aqui comigo mais uma vez. A gente já faz, já faz um tempo que estamos juntos, já tem algumas falas registradas suas. Hoje é mais uma e um caráter mais especial. Confesso que inclusive com um sentimento de culpa, porque eu sei que esse vídeo poderia ser inclusive gravado no seu escritório, local onde eu ainda não olha, eu já trago assim, eu já trago a minha cabeça já solta ali, que eu já estou errada, que eu era para estar presencialmente, entendeu? Porque dona Naiara tem escritório. Seu escritório tá em São Vicente mesmo ou em Santos? Em Santos. Eu moro em São Vicente, mas o nosso escritório fica em Santos e 90% dos nossos clientes são de Santos também. Sim. É porque como eu tava falando dessa questão de São Vicente, eu tava fiquei até na dúvida se o escritório agora estava em São Vicente ou Santos. Mas afinal das contas é tudo igual Vila Vitória e Vila Velha, um do lado do outro. É tudo perto próximo. É tudo perto, mas eu como uma boa vicentina eu falo que são cidades diferentes, gente. Santos é Santos sempre São Vicente. Sempre é gente, sempre é aqui também é a mesma coisa para mim. naa já tá comigo já tem o quê? Mais de um ano, né? Já tem mais de um ano. Estamos juntos. Um ano e meio, eu acho. Quase. Exatamente. Estamos a um ano e meio juntas. E claro que eu ia pegá-la aqui hoje pra gente bater um papo para ela trazer esse formato que é que estou gravando, né? Ela já está ciente disso, de estudo de caso. Qual que é o objetivo aqui, na desse estudo de caso? É que a gente consiga trazer a análise para além do que a gente já fez até no Instagram, né? Já tem estudos de caso seu no Instagram. é trazer a gente conversando sobre a sua perspectiva. Eu trago lá sobre a minha perspectiva técnica do que que foi feito nesse tempo que a gente tá caminhando juntas, mas aqui hoje é no seu olhar. Então essa é a ideia, trazer a Naara, que até então a gente, eu tava contando para você na da resposta do formulário, qual que era, você lembra qual que era a resposta? Não, mas você falou que você estava desgastada emocionalmente por conta das questões financeiras, que isso te abalava e você queria melhorar a captação de clientes e o fechamento. E você sente que isso mudou hoje? Agora o meu problema tá ser tempo para pagar as contas porque a gente tem muita coisa para fazer. Não é mais não é mais essa correria de eu ficar correndo atrás de cliente porque os clientes vêm até nós. As coisas estão trabalhando sozinha. Então eu não preciso mais ficar naquele desespero da onde vem cliente esse mês. Tudo tá fluindo de forma diferente. Fora que o financeiro também outro financeiro, né? Outra vida. É, vamos, a gente vai entrar nesses detalhes aí, mas esse foi só um parecer para te dar esse gostinho de lembrança, de memória ali de quando a gente entrou. Foi fevereiro, mais ou menos, não foi? Abril do ano passado. É março do ano passado. Março do ano passado. E você trouxe esses relatos. Então assim, é bom ver que as coisas mudaram bastante. Então isso foi quase um, de fato, uma perspectiva de antes e depois com as suas próprias palavras, sem ser a Jéssica contando aqui. Então dona Naara, ela entrou aqui, você tava com duas pessoas, né, no escritório já, só que até então a a Maria era frila e agora tá fixa com você. Isso, né? E não tinha escritório físico, agora temos o escritório físico e aumentamento também, né? temos esse detalhe ali e aumentamos bastante o faturamento também com constância, que é um ponto muito positivo. Então assim, com desafio de fechamento, agora a gente tem constância. Beleza? Mas vamos lá. Que que eu quero combinar aqui? Eu tenho uma cola das perguntas que eu gosto de fazer para que a gente consiga deixar esse essa nossa conversa mais fluida e no formato de bate-papo, porque de fato essa é a intenção aqui, as pessoas escutarem qual que é a história da Naara, né? a gente escutar qual que a história da Na Já ficou mudo. Não tô te ouvindo não. Pera aí. Tá me ouvindo melhor agora? Hum. Será que foi o meu? Não, tá mudo. Pera aí agora. Voltou. Voltou. Voltou. Pronto. Mas deixa eu tentar ver se vai melhorar aqui também. Pronto, melhorou. Temos as falhas técnicas, elas acontecem depois qualqueredita, não tem problema não, mas vamos lá. Eu falei que agora eu preciso só repetir por conta do que a gente, vocês não tinham escutado. Eu falei que as coisas mudaram de lá para cá. Então, a ideia do estudo de casa eu trazer a sua perspectiva, né, o seu olhar. Então, hoje vai ser nas suas palavras, é um formato mais de bate-papo. Por que bate-papo? Porque aí a gente consegue trazer leveza paraa nossa conversa e que de fato a gente consiga não ver só o engessado, né, dos resultados, das números e tudo mais, mas a realidade do que tá por trás do crescimento que você teve com o seu escritório, os desafios, as conquistas, a sua perspectiva de forma geral mesmo. E eu tenho umas umas perguntas de cola para quê? Para que a gente consiga otimizar aqui o nosso encontro. Beleza? Vamos lá. Qual que é o primeiro ponto? A pergunta que eu anotei para te fazer primeiro, né? A, eu trouxe ali uma apresentação sua, mas eu quero que você também se apresente quem que é a Naiara, qual o que que você tá fazendo hoje, né? Como que era a sua vida antes da mentoria e como que você se sentia. Já até contei o spoiler, né, do como que você se sentia antes, mas eu quero ouvir as suas palavras do como que você se sentia antes de entrar aqui na mentoria. Vamos lá. Sou Naara arquiteta, 10 anos formada já me sentindo velha. Eu tenho escritório atualmente com sou eu arquiteta, e eu tenho mais três pessoas participando da minha equipe também. Atualmente nós temos um espaço físico que nós não tínhamos antes. E antes de entrar na mentoria era aquele desespero de como eu vou fazer para fechar o mês, como eu vou fazer para pagar minha equipe, da onde vem cliente. E aí a Jéssica apareceu no Instagram para mim, eu falei: "Meu Deus, era a minha salvação". E realmente foi, porque com a Golocar a cabeça no lugar. Então, ela me explicou, n, o seu formato de captação tem como melhorar? Então, ela me ajudou a melhorar nisso. Eh, tô falando ela como se você não estivesse aqui, né? Tá ótimo isso. Mas com a mentoria, eu consegui organizar a nossa captação. Então, eu mudei o nosso formato de captação no Instagram. Hoje uma boa parte dos nossos clientes vem através do Instagram. a gente não depende só de indicação de clientes. Então assim, o Instagram com a mentoria da GE foi fundamental paraa gente. A gente mudou a cara do nosso Instagram, mudamos toda a estrutura. Eh, aqui no escritório também ela me ajudou com a captação, né? Melhorou o financeiro do escritório. Então, ela conseguiu me ajudar a organizar ali a parte financeira me explicando, né? Você não pode simplesmente comprar um computador sem antes ver como está a organização do escritório, como vai ser no próximo mês. Então, foi essencial e agora eu consigo respirar. Exato. É porque o que que é legal, né? A gente traz a perspectiva da captação meio que um olhar 360 do escritório. A gente não olha só como, nossa, vamos pegar e botar um monte de cliente para dentro e pronto, tá resolvido as coisas. a gente olha mais para tá, a gente tem trazer cliente, é um esforço contínuo do comercial, mas ele é um esforço contínuo do ladinho da do financeiro, porque assim, de nada adianta a gente só fechar projeto, fechar projeto, fechar projeto, se depois a gente vai atolar nossa capacidade operacional ou vai começar a gastar mais do que ganha, né, que é aquela aquela dinâmica. E aí gastando mais do que gan em momentos que talvez não sejam os momentos adequados e o nosso caixa fica no vermelho. Então a gente começou a ver muito que essas coisas precisam estar plugadas uma na outra para esse olhar de negócio e não simplesmente resolver um problema ali e achar que resolvido esse problema agora não vão vir mais, não. Vão vir outros problemas. E como que a gente vai equilibrar isso tudo, né? E muita coisa mudou de lá para cá. A gente vai até falar disso agora, assim. Eh, o que que na sua perspectiva, em quanto tempo você começou a ver que de fato o que a gente tava fazendo aqui juntos de trabalho tava te dando resultado assim? Quais foram esses primeiros marcos do você ver que, nossa, de fato as coisas estão acontecendo? Quando eu comecei a fechar, teve um mês, acho que foi mês de agosto, nós fechamos a aventura em março, em agosto, eu tive dois clientes que vieram através do Instagram, fecharam sem hesitar. Então, assim, eu falei: "Opa, tá funcionando, tá dando certo". E a partir de agosto, os nossos meses foram meses excelentes na questão financeira. Então assim, foi a engrenagem foi rodando. Sim. E pro seu, paraa sua perspectiva de escritório, assim, qual que talvez tenha sido uma ideia, alguma coisa que a gente tenha conversado que foi aquele aquela coisa do da epifania, sabe? Uma eureca ali que você implementou no escritório que você falou: "Nossa, eh, esse negócio aqui já trouxe uma clareza muito grande aqui pro escritório". apresentar proposta de orçamento que antes eu não apresentava, eu mandava a proposta, o cliente sumia. Hoje em dia a gente apresenta a proposta, é outra coisa, totalmente diferente. Isso foi um foi, né? Engraçado. Exatamente. E assim, é uma coisa que eu sempre falo lá no Instagram também para as pessoas, gente, apresentem proposta, porque de fato isso faz parte do processo comercial, principalmente no seu caso, que são clientes que a gente fala, né, que são clientes frios que vieram do Instagram, que até então não te conhece. Então, se você só mandar, você é só um número. Agora, quando você apresenta, as pessoas começam a conhecer a Naiara, né? Então, acredito que isso também seja um ponto que dá aquela aquele momento teorequinho aqui. Mas assim, como que, em poucas palavras, o que que você definiria como que era o antes e como que é o depois, assim, principalmente na sua estrutura de escritório, sabe? O que que mudou de perspectiva de modelo de negócio do seu escritório? Antes era bagunçado, não era tão bagunçado assim, mas antes a gente, nós éramos mais perdidas, nós não, eu, né, que tô à frente do escritório, eu era muito mais perdida em não saber como organizar tudo. A gente, eu tinha uma estrutura de escritório, mas ficava sempre meio perdida, tá? E agora o que eu faço? Agora não, agora é tudo organizado, cada uma sabe as suas atividades no YouTube do escritório, então deu algum problema, já sei quem eu tenho que recorrer. Então, assim, a gente tá 100% organizada. Isso eu não tenho nenhum nenhuma dúvida. E é maravilhoso porque tem gente que vai ter segundo filho, né? Então se as coisas não estiverem organizadas, gente, Deus quiser, a próxima criança vem e tem que tá tudo muito, muito bem organizado. Exatamente. Com todos esses esforços em dias. E assim, depois da mentoria, que que você se a gente falou de emoção, de sentimento, né? Como que hoje com depois não, porque a gente ainda está em processo de mentoria, como que você está se sentindo agora, sabe? como profissional, como visão de conciliar a vida pessoal e profissional, como que é? Eu não posso falar que eu tô menos cansada porque seria mentira, porque a gente tá trabalhando para caramba. Nós contratamos o market recentemente, a Dani, e aí a Dani falou: "Ai, vamos ver para reformular umas coisas." Aí a Mária, o nosso arquiteta, falou: "A gente pode ver isso quando a gente tiver um pouco mais calma, porque a gente tá aqui nem do trabalhando". Eu falei: "Exatamente, é isso. Eh, agora, eh, nós estamos cansada de tanto trabalhar." Antes eu estava muito cansada de não tenho como pagar conta, não vem cliente, o cansaço é diferente. Então, é um cansaço de gratidão, é totalmente diferente. Exato. Se você olhar pro seu financeiro hoje, sem necessariamente a gente entrar em números, quanto que você imagina que foi o resultado financeiro? assim, quanto que teve de aumento você consegue eh trazer em proporções mais ou menos? Eu olha, acho que a gente aumentou aí uns 50, 60%. Eu sou ruim de número, mas eu acho que mais ou menos isso, né, J? Mais ou menos isso. Tá, não tem que olhar assim, mas só pra gente ter uma ideia, porque assim, o que que a gente trouxe de perspectiva é você tava você, a Mari de Fran e dona Simone, né? Dona Simone também meio lá, meio cá ainda não tava sem. Agora a perspectiva que a gente tem é a Dani, a Mari e dona Simone fixas. Então a gente tá com quatro pessoas. Ai teve uma fofoca recente aí, né, que você fechou uma construtora, projeto grande. Como é que tá? Me conta dessa construtora. Aí na correria de trabalhar, porque eu falo, gente do céu, trabalho infinito na taba, mas estamos trabalhando nisso também. Exato. Foi uma grande conquista pro escritório e foi muito legal porque foi fruto de reposicionamento também, né? Porque a gente tava conversando sobre como que seria negociado, por mais que tenha sido uma construtora que venha de indicação, como que você se posicionaria para isso, para que de fato você entrasse numa perspectiva de ganhar e não simplesmente de ai construtora, eu preciso de você e aí a gente se apquena para caber e consequentemente acaba vendendo a alma ali porque tá nessa entrega que é muita coisa mais construtora, que o programa de pagamento é completamente diferente, mas a gente conseguiu trazer uma perspectiva de que de fato ia ter uma entrada e que você colheria frutos disso, porque é um imóvel de alto padrão aí em Santos, né? Exatamente. Exatamente. É isso mesmo. Então a gente pegou, esse foi um ajuste muito grande de posicionamento, eu acredito, né? Que a gente fez junta, porque também teve a questão do Instagram, né? Eh, Laí tava lembrando, Laí é a pessoa da filmagem que faz para ela e faz fez e Naara me indicou e fez para mim também. Ela falou assim: "Jéssica, eu não esqueço daquele caso da Naara do Loft de 34 m²". Você falou, faz esse ajuste no Instagram que vai mudar o Tira. Exatamente. Tira. A Laí falou: "A gente não vai filmar". Eu falei: "Não, Laí, é totalmente fora do que a gente do do padrão, né, de cliente que nós nós contratamos. Mas ficou lindo." Eu falei: "Eu sei que ficou lindo, mas não não vamos utilizar". Exato. Mas assim, que que você sente que mudou do Instagram? Qual é o tipo de público que hoje tá vindo? O que que vinha antes com esses ajustes que a gente fez de posicionamento? Olha o as pessoas que começam a seguir a gente quando eu não faço nenhum patrocinado nem nada são as pessoas que são o nosso público alvo. Vem muito fornecedor também, isso é inevitável, não tem para onde fugir, mas os clientes que as pessoas que começam a seguir a gente, eu sempre vejo um é um possível cliente. Boa, boa. E assim, aí voltando um pouco lá no passado novamente, né? O que que você sente que te motivou assim a procurar de fato uma mentoria e ter optado por entrar aqui comigo? Não ter não desistir do escritório, porque eu tava assim a ponto de falar: "Não, não quero não, não vai, não vai dar certo, tô cansada, não funciona". Porque tem que ser rentável, né? A gente, nós temos contas para pagar, eu tenho três pessoas para pagar além de mim hoje em dia. Não adianta a gente falar: "Ah, não, trabalho por amor". Não, gente, todo mundo precisa de dinheiro para viver. Então tem o negócio tem que funcionar, tem que girar. E eu tava assim a ponto de falar: "Não, não quero, vai dar certo". N foi só um sonho, beijo, tchau. Mas funcionou e estamos aí. Bacana. Uma outra pergunta que eu quero te fazer e aí com relação que a a uma das questões que as pessoas trazem muito, né, sobre definição de prioridade, que às vezes que, nossa, tô sem tempo, você comentou várias vezes aqui, tá corrido pro escritório, a gente tem trabalhado bastante, mas assim, a gente faz os encontros aqui, eu sempre tô chamando na área, volta, vamos lá, precisamos, a gente não pode deixar a peteca cair. Qual que é o recado que você deixa para aquelas pessoas que às vezes fala assim: "Ah, eu tô sem tempo para procurar essa estruturação pro meu escritório". O que que hoje você com a cabeça que você desenvolveu imagina sobre esse cenário? Assim, que que você recomenda? Falar que não tem tempo para reestruturar o escritório é loucura, cara. Para tudo e reestrutura, porque senão vai continuar exatamente do jeito que tá e não vai mudar e e negócio depois é ladeira abaixo. Então, tem que parar. Eu sei que até eu tô um pouco atrasada em algumas coisas, mas aí eu puxei minha mãe junto comigo. Eu falei: "Vamos, a senhora vai cuidar do financeiro junto com a Jéssica e eu faço restante." Mas a gente tem que parar às vezes e reorganizar porque se não se não reorganizar, esquece, o negócio vai morrer ou senão vai começar a dar tudo errado. Então tem que parar assim, tem que reformular as coisas. É. E que faz muita diferença, porque às vezes o que que a gente faz, né? É aquela coisa que a gente sempre fala até do esforço comercial, já que foi uma dor que você trouxe do momento que a gente começou. Se a gente não olha para todas essas coisas de forma recorrente, o que que acaba acontecendo? A gente vai ter picos e vales, né? Inclusive a gente passou por isso dentro do processo de renovação. E aí eu trouxe isso muito para você, Naara. Não adianta ficar só entregando projeto, senão o que que vai acontecer? A gente vai esquecer que tem a parte do esforço comercial. Nosso financeiro pode estar estruturado, pode, mas não é só o financeiro, também tem o esforço comercial. Então não é soltar ou um ou outro, é um e outro. E aí como que a gente faz com a organização? Obviamente, né? Não é que dá conta de tudo, mas dentro do que a gente consegue dar conta, a gente precisa dar foco ao que é de fato uma prioridade pra gente naquele momento. E aí me conta uma coisa, para aquelas pessoas que estão assistindo esse vídeo aqui hoje, qual é o recado que você daria para aquelas que estão pensando em entrar, pensando se talvez é com a Jéssica? Qual que é o diferencial que você viu aqui com a gente? Não, Jéssica, gente, que eu não trabalho sozinha, né? financeiro, a gente tem a Vitória, tem Gilmar agora, tem a Jos que entrou também, a gente tem um time aqui dentro. Qual que é o recado que você daria para essas pessoas pensando no porquê a mentoria? Por a gente e a de forma geral um recado que você gostaria de deixar? Olha, apesar de parecer que Jéssica não trabalha, trabalha sozinha, ela não trabalha, mas ainda assim você tá sempre muito próximo da gente. Então, se eu tenho dúvida, você tá lá, você responde ou alguém da sua equipe também responde. Elas cobram a gente, gente, porque Luana vive me chamando. Nai, e aí vamos voltar? Então, assim, eh, por mais que seja, nós tá longe, porque você tá em outro estado, mas você esteve aqui essa semana, nós nos encontramos. Apesar dessa distância, você tá sempre muito próximo da gente, você cobra muita gente. Então assim, o negócio roda, funciona. É um cobrar positivo, né? Pelo amor de Deus. Sim. Não, não. Se você cobra, a gente é mais ou menos assim, tá? Você pagou pela mentoria, tu não vai usar o produto que você comprou, então você realmente cobra a gente e faz as coisas funcionarem. Nós dobramos o nosso faturamento em um ano. A meta agora é subir um pouco mais, porque na verdade mês passado nós já passamos do que nós dobramos, tá? Então nós já fomos um pouco então realmente funciona pra gente funcionou muito bem. Então gratidão a tudo que Jésica fez por nós aqui no escritório, gente. Funcionou. Maravilha. Eu fico muito feliz e eu não largo a mão porque a gente sabe que nós temos metas ousadas. Como que a gente define nossas metas aqui a título de curiosidade? A gente sempre bota aí pelo menos três qu meses o faturamento meta que a gente que a gente almejou, né? que a gente almeja para depois ir pro próximo. Então assim, eu e Naara a gente tem metas alusadas ali, por isso que a gente até não, vamos Naara tem esse ano todo ainda comigo, não vamos ficar junto que a gente tá olhando lá no médio e longo prazo. A gente não tá olhando só no aqui agora, não. Já conseguimos dobrar, já passamos disso, agora a gente entra com essa nova média, dentro dessa nova média a gente aumenta daqui a pouco de novo, porque senão a gente fica sempre naquele alto e baixo e a gente quer ter uma receita, uma recorrência ali daquele faturamento médio, né? Não simplesmente uns picos de receita que vão entrar, vão, né? A gente sabe que dentro da arquitetura tem fases que existem ali que vão segurar muito as pontas, principalmente talvez do tipo de mercado que a gente trabalha, construtor, etc. Mas na dinâmica que a gente tá falando aqui, é porque a gente de fato vai ter saúde financeira para suportar a nossa estrutura, para você ter paz, né? Para fazer o que realmente importa, para conseguir ter tempo de viver sua vida. Pra família que vai crescer logo mais, pra família que já tem, né, dona Maia precisa atenção também e cobra que ela é maravilhosa. Aí fala cobrança. Não, gente, n é uma cobrança positiva no sentido que a gente quer atenção, né? A gente quer a atenção da Mayara. É Maia, que é a filha dela querendo atenção dela, é o é o noivo que tá querendo atenção. E aqui a gente tá falando também, queremos atenção. Vamos lá, temos metas grandiosas para fazer acontecer. Então é nesse intuito ali, né, de não é uma cobrança, porque a gente sabe que mulher já tem cobrança demais. É um sentido de que você não tá sozinha, porque na área também não tem sócia, né? Então assim, não ter s para conseguir desabafar, para falar das preocupações, para falar dos anseios ali do que que tá vivendo. Então, como a gente tá nessa dinâmica de, opa, vamos lá, eu tô, sou o seu conselho de administração aqui, sou quase a sua sócia, porque eu quero que você também tenha resultado, a gente puxa nesse sentido de vamos lá que a gente definiu uma coisa e ali a gente tá aqui para te dar o suporte também emocional para que as coisas aconteçam, certo? Isso aí. Isso mesmo, J. Beleza? Ó, para finalizar, a gente tem várias pessoas que sentem muito medo, né? Sentem insegurança. Para essas pessoas que estão com medo, com insegurança, uma última mensagem, ainda que seja uma frase, mas um recado para essas pessoas em específico que estão pensando sobre o assunto. Gente, não tenho dúvida. Pensa que se você não fizer uma mentoria para poder se reorganizar, vai ser pior. O seu negócio não vai morrer. Então, procurem a Jéssica que funciona. Eu sou a prova viva de que funciona, gente, de verdade. Obrigada, Nai. A gente tem uma história muito linda ainda que a gente já construir e vai continuar construindo. Eu sou muito grata pela sua confiança, viu? E você sabe que assim, espaço, a família, dona Simone, gente, a mãe dela que trabalha com ela, estava com a gente no almoço, mentoria. Então assim, essa família tem um local muito especial no meu coração, viu? Obrigada. Obrigada, Gé. A gente tava finalizando aqui, só que aí ela trouxe uns números que a gente saiu assim, que eu eu falei, posso gravar? Eu sei que tá abrindo, gente, mas assim, você me permite? Ela deixou. Então eu preciso contar para vocês que assim, a gente falou: "Olha, Jéssica, acho que o nosso faturamento ano passado tava em 30". Eu falei: "Olha, pelo que eu me recordo, não tava um pouco menos em 20. Como que a gente agora? Mês passado foi 70. Esse mês, se Deus quiser, vai ser 80. Pois é, gente, de 20 para 80. Beijo para vocês. É isso. Estamos chegando na meta. Estamos chegando na meta. Tô chegando. Chegando. Nossa, nossa meta de médio e longo prazo era de 100. Então assim, vocês têm ideia que a gente, eu falei, Nara, confia que ano que vem a gente vai continuar junto. Final do ano a gente vai chegar nessa meta de 100 e a gente tá com 80. Só só isso a gente finaliza esse estudo de casa. Como a a o corte aqui mágico saiu de 20 e pouquinhos mil de faturamento para R$ 80, R$ 100.000. É isso. É só isso. Isso estava no off. Eu retomei a gravação porque eu, né, precisava deixar esse registro. M.

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